Biscoito Globo agradece 'crítica negativa' do The New York Times

A marca publicou o agradecimento nas redes sociais

por João Paulo Martins 18/08/2016 15:08

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

Preencha todos os campos.
Instagram/biscoitosglobo/Reprodução
Após as críticas recebidas do jornal americano The New York Times, o famoso Biscoito Globo respondeu "à altura" em sua conta oficial no Instagram (foto: Instagram/biscoitosglobo/Reprodução)
Após a publicação de uma matéria em que o repórter americano David Segal faz críticas aos petiscos vendidos nas praias do Rio de Janeiro, em especial ao famoso Biscoito Globo, o jornal The New York Times recebeu inúmeros comentários negativos na internet, a maioria de brasileiros, claro. "É o ar transformado em bolacha. Coloque na boca e será como se seus dentes estivessem em uma festa na qual a língua não foi convidada", diz Segal no artigo publicado dia 13 de agosto no periódico americano.

Pouco tempo depois, uma hashtag (palavra-chave) foi criada no Instagram em apoio ao tradicional e icônico biscoito vendido nas praias cariocas: #somostodosBiscoitoGlobo. Esta hashtag foi citada mais de 400 vezes nos últimos dias.

A empresa responsável pela iguaria – que não é nada além de um biscoito de polvilho tradicional – também aproveitou as redes sociais para responder "à altura" as críticas do repórter americano. "Obrigado, New York Times! Uma crítica negativa nunca repercutiu tão positivamente para uma marca!", diz a publicação do Biscoito Globo no Instagram.

A história desse petisco "praiano" remonta a 1953, quando os irmãos Milton, Jaime e João Ponce foram morar com um primo, que era dono de uma padaria na cidade de São Paulo. Os três decidiram produzir biscoito e vender pelas ruas da capital paulista, para ajudar a custear a estadia. O quitute de polvilho ganhou as graças do povo – especialmente dos cariocas – no ano seguinte, após ser vendido num evento religioso no Rio de Janeiro.

Últimas notícias

Comentários