Março - 2004 - Ano II - nº 25 Anuncie na Encontro Fale Conosco Receba a Encontro
Institucional
Expediente
Carta do Editor
Cartas
Automóvel
Bazar
Capa
Cidade
Educação
Entrevista
Estilo de Vida
Estilo de Vida II
Gastrô
Gestão
Humor
Negócios
Numerologia
Perfil
Reportagem
Transporte
Varejo
   


Ferreira: convites para clientes como José Afonso Assumpçao e Alair Couto

 

REPORTAGEM


CONVITE VIP

Conheça Hilton Ferreira, o anônimo que está presente nas grandes festas de BH


Se você quiser saber quais as festas mais chiques de Belo Horizonte ou de outras cidades é só perguntar a Hilton Luiz Ferreira. Não que ele seja promoter, decorador, chef ou DJ, mas é ele quem confecciona convites em relevo, feitos artesanalmente, para pessoas vips. São dele as convocações para festas das famílias dos empresários José Afonso Assumpção, Alair Couto, Saulo Wanderley, do ex-governador Newton Cardoso, do deputado federal Jader Barbalho (PMDB) e de tantos outros. Inclui-se aí até o convite para o jantar em homenagem ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, oferecido pela mineira Éster Naek, mulher do construtor e dono de poços de petróleo no Paquistão Rashid Hamid.

Todos esses clientes foram conquistados nos 43 anos em que Hilton Ferreira está no ofício. Ele foi o primeiro a fazer em Minas os convites em relevo timbrado, método descoberto por padres na Itália, copiado na Inglaterra para as convocações de festa da rainha e depois espalhado pelo mundo. "Eram necessárias sete matrizes para confeccionar o convite", diz. Agora, ele usa a escrita em relevo no método norte-americano, com computador. "É mais prático." Mesmo assim todos os impressos são conferidos um a um, o papel pode ser pintado a mão ou feitos desenhos em relevo. "Cada convite é exclusivo. Crio o que a pessoa quer", afirma Hilton.

Ele começou a fazer convites quase por acaso, depois de ter sido gerente de papelaria e pintor de móveis. O seu cunhado Walter Nascimento trabalhava no Banco Nacional e precisava de alguém para fazer os cartões sociais da família Magalhães Pinto.

A pessoa responsável pelos cartões havia desistido do negócio e queria vender a prensa manual. "Não tinha nem um tostão. Fui lá e negociei a compra, mas o pagamento só seria feito após receber pelo serviço. Fiz, paguei a dívida e ainda sobrou um troco", diz. Dos cartões sociais para os convites de casamento foi um pulo e não parou mais. Hoje, trabalha com equipe de 12 pessoas.

  voltar   ir para o topo  
 
 
 
   
© Copyright 2004 Encontro Importante Editora Ltda. B2Web Design