Publicidade

Estado de Minas TECNOLOGIA

Apple se rende às telas maiores com o iPhone 6

Ainda não há previsão de chegada do novo smartphone à Apple Store no Brasil. Primeiro revendedor da empresa em BH diz que qualidade ainda é o diferencial da marca criada por Steve Wozniak, Steve Jobs e Ronald Wayne


postado em 10/09/2014 12:00 / atualizado em 10/09/2014 12:32

No dia 9 de setembro o mundo parou para assistir à apresentação da Apple na cidade de Cupertino, na Califórnia (EUA). O CEO da empresa, Tim Cook, que tenta, mas não consegue ter o mesmo carisma do fundador da "maçã mordida", Steve Jobs, apresentou ao público mundial – o evento foi transmitido ao vivo pela internet – o novo iPhone 6 e o Apple Watch, o que a faz ingressar no mercado dos smartwatches (relógios inteligentes), que já conta com exemplares da Sony, Samsung, Motorola e da LG.

Veja a apresentação (em inglês) do iPhone 6 e iPhone 6 Plus:



A grande surpresa trazida por Tim Cook foi o iPhone 6 Plus, que chega ao mercado com tela retina de 5,5" (quae um 'phablet', ou seja, mistura de tablet com celular), Full HD, e densidade de pixels de 401 ppi – como comparação, o Samsung Galaxy S5 tem 432 ppi, mas 5,1" de tela, e o LG G3 tem incríveis 534 ppi, mas com resolução de 1440x2560, com o mesmo tamanho de visor da Apple. A maior densidade de pixels faz com que a imagem tenha uma definição melhor.

Na apresentação, o público pode conferir também um modelo menor do iPhone 6, com tela de 4,7". Todos os novos smartphones da Apple chegam com tecnologia 4G, câmera traseira de 8 MP e até 128 GB de memória interna. Porém, o grande diferencial da empresa, claro, é seu hardware, ou seja, a "máquina" que faz com que o sistema operacional (iOS 7) quase nunca trave. Chamado de A8, o novo chipset de 64 bits é associado a um outro chip, o M8, para os sensores de movimento, o que deixa o iPhone 6 Plus até 50 vezes mais rápido que o primeiro smartphone da empresa. Além disso, ele traz um processador gráfico, o PowerVR GX6650, de seis núcleos, que o deixa 84 vezes mais veloz para jogos que seu tataravô.

A empresa de Steve Jobs também entra no mercado dos relógios inteligentes, com seu Apple Watch(foto: Apple/Divulgação)
A empresa de Steve Jobs também entra no mercado dos relógios inteligentes, com seu Apple Watch (foto: Apple/Divulgação)
"É um produto que faz jus à marca. O que ele se dispõe a fazer, faz com qualidade e não falha", diz Leopoldo Otávio, o Popo, fundador da empresa 2Care, a primeira em BH e no Brasil a trabalhar com a Apple. Questionado sobre as mudanças feitas pela empresa de Steve Jobs que desagradariam aos fãs, os "macmaníacos", ele discorda: "A tela maior será traduzida como maior conforto. O que os usuários de outras marcas não têm é a capacidade de processamento do iPhone, que é tão forte que permite a atualização do sistema operacional às vesões modernas".

Além dos smartphones, a "maçã mordida" lançou também seu smartwatch, para entrar de vez no mercado dos dispositivos "vestíveis". O Apple Watch vem com um sistema operacional especial para ele, que funciona perfeitamente com a tela retina, touch, feita de cristal de safira. Ele tem GPS e sensores, incluindo o medidor de pulso.

“Nós achamos que ao final do dia, vocês irão concordar que este foi um dia especial para a Apple também", diz Tim Cook durante a apresentação na Califórnia. O iPhone 6 Plus pode ser adquirido pelos americanos no contrato de dois anos com a operadora por U$ 299 (32 GB). Ainda não existe previsão de venda no Brasil. O melhor fica por último: a empresa diz que a bateria do seu novo aparelho pode durar, em repouso, por até 16 dias. É ver para crer.

Veja a apresentação (em inglês) do Apple Watch:

Os comentários não representam a opinião da revista e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade