Estudo mostra que os jovens, hoje, são menos sexualmente ativos do que seus pais

Será que a culpa desse comportamento é da tecnologia?

por Encontro Digital 08/08/2016 13:30

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O uso constante das redes sociais seria o motivo que está deixando os jovens menos propensos ao sexo? (foto: Pixabay)
Uma pesquisa recente publicada no periódico científico US journal Archives of Sexual Behavior revelou que a geração Y norte-americana, nascida no início da década de 1990, é menos propensa a se envolver sexualmente com alguém do que a geração dos seus pais.

De acordo com o estudo realizado por Ryne Sherman, professor assistente de Psicologia Social na Universidade da Flórida, e por Brooke Wells, da Universidade de Widener, ambas nos Estados Unidos, aqueles que estão agora na casa dos 20 anos são três vezes menos propensos a ser sexualmente ativos do que seus pais eram na mesma idade.

Para realização da pesquisa foram entrevistadas cerca de 27 mil pessoas de várias gerações. Segundo os resultados, 15% da chamada geração do milênio (jovens entre 20 e 24 anos) não tinham tido qualquer parceiro sexual desde que tinham completado 18 anos. Este mesmo índice, se comparado com a geração X (que nasceram entre meados da década de 1960 até 1970) é quase três vezes menor, de apenas 6%.

"Este estudo realmente contradiz o estereótipo de que a geração do milênio é a da 'libertinagem', que foi popularizado por aplicativos de relacionamentos como o Tinder e tantos outros, sugerindo que eles estão apenas à procura de relacionamentos rápidos e sexo casual frequente", afirma Ryne Sherman no artigo de apresentação da pesquisa.

A única geração menos sexualmente ativa do que os jovens de hoje é a das pessoas nascidas em 1920.

Enquanto alguns especialistas culpam as redes sociais pela desaceleração da atividade sexual, visto que os jovens adultos de hoje simplesmente gastam menos tempo na companhia uns dos outros. Porém, os autores do estudo explicam que os resultados servem para mostrar que uma porção "historicamente elevada" de jovens adultos, hoje, vivem com seus pais e têm fácil acesso ao entretenimento instantâneo e à pornografia online.

(com Agência Sputnik)

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