China será a maior economia do mundo em 2016

Segundo projeção do FMI, economia chinesa vai ultrapassar os Estados Unidos em R$ 9 trilhões

por Encontro Digital 21/12/2016 16:17

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Vista da moderna e rica cidade de Xangai, na China. O principal país do extremo oriente deve se tornar a maior economia do mundo em 2016, segundo o FMI (foto: Pixabay)
Levando em conta o poder de compra da população e o Produto Interno Bruto (PIB), em 2016, a China vai ultrapassar os Estados Unidos em cerca de US$ 2,7 trilhões (cerca de R$ 9 trilhões) e se tornará a maior economia do mundo. As informações são da previsão oficial do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Os números são resultado de uma recente estimativa feita pelo FMI, na qual os economistas preveem que o PIB norte-americano feche o ano em US$ 18,5 trilhões (R$ 63 trilhões), enquanto o PIB da China deve ser de US$ 21,2 trilhões (ou cerca de R$ 72 trilhões).

A comunidade internacional reconhece cada vez mais a influência econômica de Pequim, evidenciada pela moeda chinesa, o yuan (ou renminbi), que se tornou uma dos principais na reserva global do FMI, além do dólar, euro (Comunidade Europeia), iene (Japão) e da libra esterlina (Reino Unido).

Para que os EUA aumentem a produção econômica, "uma coisa óbvia apoiada por muitos macroeconomistas, seria a realização de um maior gasto em obras públicas, como pontes, estradas e aeroportos, incentivando assim, a aplicação de capital privado". Essa política aumentaria o investimento privado, "o que poderia impulsionar o crescimento econômico em longo prazo", diz Sandeep Mazumder, macroeconomista da Universidade Wake Forest, dos Estados Unidos, em entrevista à agência russa de notícias Sputnik Internacional.

O sucesso financeiro alcançado pela China chamou a atenção do presidente eleito Donald Trump, que, durante a campanha eleitoral, referiu-se à economia chinesa como manipuladora de moeda e ladra de empregos dos EUA. Uma das promessas do magnata americano é "tornar a América poderosa novamente". Tudo indica que as negociações comerciais com a China terão lugar exclusivo na agenda da administração de Trump.

(com Agência Sputnik)

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