Publicidade

Estado de Minas INTERNACIONAL

Vídeo de árabe torturando bebê para se vingar da ex-esposa causa revolta

Por sorte, a criança foi salva em tempo por assistentes sociais da Arábia Saudita


postado em 13/01/2017 08:08

Um homem que mora na Arábia Saudita bateu, esbofeteou e estrangulou sua própria filha bebê. Além dessa barbaridade, ele enviou vídeos e imagens da agressão para a ex-esposa, como forma de vingança, depois que ela se divorciou dele. A mulher se separou após anos de violência doméstica.

"Eu morei com ele por quatro anos, enquanto esperava a obtenção do documento oficial de casamento. Ele costumava me bater, e também em nossa outra filha, de três anos", diz Nariman Kallas, mãe do bebê torturado, em entrevista à agência russa de notícias Sputnik.

Quando Kallas pediu o divórcio, o consentimento foi obtido apenas na condição de que Harak mantivesse a custódia da filha mais nova. "Ele me pediu para voltar para ele", afirma Kallas. Ela explica que se recusou a morar com o ex-marido. "Então, ele começou a me enviar fotos e vídeos de torturas da minha filha. Ele disse: 'ou você volta, ou vou matá-la'", completa a mãe da menina torturada.

Depois de ficar assustada e revoltada com a atitude do ex-marido, Nariman Kallas devidiu publicar os vídeos nas redes sociais. Com isso, conseguiu reunir apoio suficiente para recuperar a guarda do bebê e levar o homem à justiça da Arábia Saudita.

O vídeo causou tanta polêmica quando foi publicado no YouTube, e se espalhou de forma tão rápida, que os assistentes sociais sauditas conseguiram agir rapidamente para resgatar o bebê. Uma campanha nas redes sociais também foi fundamental para o resgate da menina. Usuários usaram uma hashtag (palavra-chave) em árabe, que dizia "mãe quer abraçar seu bebê". Logo surgiram milhares de comentários de indignação, o que ajudou na recuperação do bebê.

Se quiser assistir às imagens revoltantes do homem torturando a própria filha, aqui está o vídeo (lembre que são cenas perturbadoras):


(com Agência Sputnik)

Os comentários não representam a opinião da revista e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade