Índice de confiança dos comerciantes aumenta em Belo Horizonte

O Icec de julho, divulgado pela Fecomércio, está acima dos registrados no mesmo mês de 2016 e 2015

por Da redação com assessorias 25/07/2017 11:53

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

Preencha todos os campos.
Marcelo Camargo/Agência Brasil/Divulgação
Índice de confiança do comércio de Belo Horizonte em julho, divulgado pela Fecomércio, está acima do que foi registrado no mesmo mês de 2016 e de 2015 (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Divulgação)
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) de Belo Horizonte atingiu o patamar de 92,5 pontos em julho. Esse resultado é cerca de 20 pontos percentuais maior que os índices registrados nos últimos dois anos para o mesmo mês, quando a expectativa do setor era de 72 pontos, em 2016, e de 72,5, em 2015. Ainda assim, o nível de confiança está abaixo do patamar de neutralidade.

O Icec, divulgado pela Federação do Comércio (Fecomércio) de Minas Gerais, tem como parâmetro pontuações de zero a 200, sendo 100 o nível de neutralidade. A pesquisa se baseia nos dados coletados mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, compilados e analisados para a capital mineira. O trabalho de campo é realizado nos últimos 10 dias do mês anterior à pesquisa – neste caso, junho.

Segundo o economista Guilherme Almeida, da Fecomércio, o levantamento de julho aponta recuo do índice de confiança, quando comparado aos indicadores registrados entre março e maio deste ano. "Em maio, a confiança chegou a 98 pontos. A queda nas duas últimas análises (junho e julho) está amparada em fatores econômicos, como a alta taxa de desemprego e a baixa demanda familiar, além da crise política, que afeta diretamente as perspectivas do empresariado", comenta o especialista.

O Icec busca medir a percepção que o empresariado do comércio tem do momento atual e do futuro de seus negócios. "O índice e seus subindicadores ajudam a mostrar a visão de pequenos, médios e grandes empresários sobre o setor. Independentemente do porte, o estudo pode subsidiar o planejamento do comércio, permitindo a adoção de ações futuras", afirma Guilherme Almeida.

Últimas notícias

Comentários