Belo Horizonte pode ter até 411 km de ciclovias e ciclofaixas

Essa é a meta da BHTrans para a cidade, que, hoje, dispõe de 83 km de ciclovias

por Encontro Digital 08/08/2017 14:27

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Google Street View/Reprodução
A expansão das ciclovias e ciclofaixas em Belo Horizonte faz parte do Plano Diretor de Mobilidade Urbana da cidade, elaborado pela PBH (foto: Google Street View/Reprodução)
A bicicleta vem se tornando um meio de transporte popular em Belo Horizonte, apesar da cidade ser cheia de ladeiras, que exigem esforço extra dos ciclistas. Veículo de baixo custo de manutenção, não poluente, silencioso e flexível quanto aos deslocamentos, a bike ainda favorece a saúde de vida quem a usa.

Atualmente, a capital mineira conta com aproximadamente 83 km de ciclovias, criadas pelo programa Pedala BH, da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da BHTrans. A extensão das pistas dedicadas às bicicletas pode aumentar. O Plano Diretor de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte (PlanMob-BH) identificou 411 km de rotas cicláveis (ciclovias e/ou ciclofaixas) e a PBH estuda a implantação dessa meta.

Por meio do grupo de trabalho "GT Pedala", formado por técnicos da BHTrans e ciclistas de Belo Horizonte, foi desenvolvido, como parte do PlanMob, o Plano de Mobilidade por Bicicleta 2017/2020. O planejamento contou ainda com a participação da Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte, BH em Ciclo, secretaria municipal adjunta de Planejamento Urbano, Sudecap e Câmara Municipal.

O plano prevê a expansão das ciclovias, atingindo os 411 km até 2020. Com isso, a expectativa é de que 6% de todos os deslocamentos da capital se deem por meio do uso da bicicleta.

O Plano de Mobilidade por Bicicleta é composto por mais de 100 ações, previstas para serem realizadas durante o mandato do prefeito Alexandre Kalil. De acordo com o próprio prefeito, a bicicleta é "um caminho sem volta em Belo Horizonte".

Bicicletários

Além da implantação de novas ciclovias e de bicicletários no metrô e nas estações de integração do Move, o plano da PBH propõe a manutenção da rede cicloviária existente e a implantação de paraciclos nas escolas municipais, além de campanhas educativas.

Outra ação que merece destaque é a implantação do projeto Zona 30, que visa limitar a velocidade máxima em algumas vias da capital a 30 km/h, de forma a estimular o compartilhamento dos espaços entre carros, bicicletas e pedestres, tornando a via mais segura para todos.

De acordo com Eveline Trevisan, coordenadora de sustentabilidade e meio-ambiente da BHTrans, o plano é muito bom, coerente e ancorado no Plano de Mobilidade de Belo Horizonte. "O plano vai além da infraestrutura para as ciclovias, abrangendo também campanhas educativas e legislação", informa a representante da BHTrans.

(com portal da PBH)

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