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Estado de Minas ECONOMIA

Henrique Meirelles diz que retomada da economia deve continuar nos próximos meses

O ministro da Fazenda cita o crescimento do PIB como um fator da retomada


postado em 01/09/2017 14:14

O ministro da Fazenda Henrique Meirelles acaba de falar sobre a retomada da atividade econômica, que, na opinião dele, deverá se fortalecer nos próximos meses. "Entraremos em 2018 num ritmo forte e constante. Continuaremos a trabalhar para garantir que essa expansão seja longa e duradoura, gerando emprego e renda para os brasileiros", diz o ministro, em nota enviada à imprensa nesta sexta, dia 1º de setembro, ao comentar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas produzidas no país.

Mais cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o PIB fechou o segundo trimestre do ano com alta de 0,2% na comparação com primeiro trimestre, na série ajustada sazonalmente. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, a variação do PIB foi de 0,3%.

Meirelles destaca que, entre abril e junho, foi registrado o segundo trimestre consecutivo de crescimento, "depois de dois anos de retração, inflação recorde e desemprego crescente. As medidas que adotamos para recolocar o Brasil no caminho do crescimento sustentável começam a mostrar seus efeitos. As empresas estão voltando a contratar. A inflação baixa e a queda consistente dos juros contribuem para a retomada do consumo das famílias. O IBGE mostrou que o consumo familiar voltou a crescer depois de nove trimestres de retração", afirma o ministro.

Ano promissor para famílias

Já para o Ministério do Planejamento, o próximo ano será "bastante promissor para o setor produtivo e para as famílias", confirmando o cenário de recuperação da economia e o fim do período recessivo.

"O principal destaque foi a retomada do consumo das famílias e do setor de serviços, resultante de medidas propostas pelo governo, de aperfeiçoamento de importantes instrumentos econômicos, como a permissão de saques das contas inativas do FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço], e de destravamento do crédito às famílias, como a redução dos juros do crédito consignado e do cartão de crédito", avaliou o ministério, também em nota à imprensa.

(com Agência Brasil)

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