Não gaste de maneira errada o 13º salário e a restituição do IRPF 2017

Especialista dá dicas para quem quer sair do vermelho ou economizar com o dinheiro extra do final de ano

por Encontro Digital 07/11/2017 10:52

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Marcos Santos/USP Imagens/Divulgação
(foto: Marcos Santos/USP Imagens/Divulgação)
Como de costume, o fim de ano representa a entrada de mais dinheiro na economia e na conta bancária dos consumidores, devido ao 13º salário, que, normalmente, é pago em duas parcelas, nos meses de novembro e dezembro. Além desse reforço financeiro, muitos contribuintes já receberam ou ainda estão para receber a restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2017, um dinheiro extra que chega em boa hora para muita gente, principalmente num momento em que a economia começa a dar sinais de recuperação, embora o cenário ainda seja de cautela.

O economista Gilson Schwartz, professor da Escola de Comunicações e Artes da USP, dá algumas dicas de como fazer o melhor uso desses recursos que vão encorpar o bolso dos consumidores. A prioridade, de acordo com ele, principalmente para quem está atolado em dívidas, é liquidá-las, ou pelo menos reduzi-las. Ele lembra que, no atual momento, quanto menos dívidas, melhor.

Para aqueles que têm a sorte de não ter débitos pendentes, Schwartz aconselha guardar para o futuro, ou seja, depositar o dinheiro extra na poupança, até como forma de prevenção diante de um cenário incerto. Uma outra opção é associar a poupança a algum projeto que exija um investimento maior, como a aquisição de um imóvel, por exemplo.

Já para os felizardos – talvez a grande minoria – com a suprema sorte de possuir poupança e de ter zerado as dívidas, ele recomenda diversificar investimentos, indo para a Bolsa de Valores, por exemplo. "Com a taxa de juros caindo, as formas tradicionais de guardar dinheiro, como a poupança ou mesmo os fundos de investimento, perdem também e, portanto, as formas mais arriscadas, como é o caso da Bolsa de Valores, ganham em atratividade", esclarece o professor.

O especialista chama a atenção também do consumidor em relação às compras de Natal. Gilson Schwartz recomenda cautela com as compras por impulso e sugere presentes mais baratos para estas festas de final de ano.

(com Rádio USP)

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