Indústria brasileira volta a crescer em outubro

Segundo o IBGE, aumento foi de 5,3% em relação a outubro de 2016

por Encontro Digital 05/12/2017 10:58

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(foto: Pexels)
Mais um sinal do processo de recuperação da economia brasileira vem da indústria. Pela sexta vez consecutiva, a produção industrial brasileira apresentou crescimento. A taxa fechou o mês de outubro deste ano com aumento de 5,3% em relação a outubro do ano passado. Foi maior aumento nesta base de comparação desde os 9,8% de abril de 2013. Veículos automotores, reboques e carrocerias foram a atividade que mais influenciou a alta.

Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Brasil, divulgada nesta terça, dia 5 de dezembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a setembro deste ano, o crescimento da indústria em outubro foi de 0,2%, o segundo resultado positivo consecutivo na série livre de influências sazonais. Nos últimos dois meses, a alta acumulada é de 0,6%.

Com o resultado de outubro, a indústria tem alta acumulada em 2017 de 1,9%, em comparação com primeiros 10 meses do ano passado. Já o acumulado nos últimos 12 meses avançou 1,5%. Foi o segundo resultado positivo consecutivo para o acumulado dos últimos 12 meses e o mais elevado desde os 2,1% de março de 2014.

Apesar da relativa estabilidade entre setembro e outubro, o crescimento de 0,2% se deu de forma disseminada, com aumento da produção em 15 das 24 atividades pesquisadas. Em setembro, apesar do crescimento revisado de 0,3%, a expansão se deu em apenas oito das atividades pesquisadas.

Categorias econômicas

Em outubro, houve taxas positivas em duas das quatro grandes categorias econômicas. O grupo bens de consumo semi e não-duráveis cresceu 2% e registrou a expansão mais acentuada em outubro, interrompendo dois meses consecutivos de queda na produção - período em que acumulou redução de 2,8%. A categoria bens de capital teve crescimento de 1,1% e manteve o comportamento positivo iniciado em abril, período em que acumulou alta de 11,6%.

Já o setor de bens de consumo duráveis recuou 2% e o de bens intermediários  teve redução de 0,8%. No caso de bens de consumo duráveis, foi interrompida uma série de de três altas consecutivas, período em que acumulou ganho de 9,7%. Já o crescimento de bens intermediários eliminou o avanço de 0,7% verificado em setembro.

(com Agência Brasil)

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