Segundo o Dieese, custo da cesta básica caiu em 21 capitais brasileiras

As maiores reduções foram verificadas em Belém (-13,16%) e em Aracaju (-2,76%)

por Encontro Digital 05/01/2018 16:32

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Agência Brasil/Divulgação
(foto: Agência Brasil/Divulgação)
Segundo análise do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o custo dos alimentos que fazem parte da cesta básica caiu em 21 capitais brasileiras em 2017. As reduções variaram entre -13,16%, registrada em Belém, e -2,76%, de Aracaju.

No entanto, em dezembro o valor da cesta aumentou em 14 cidades. As altas mais expressivas foram em Recife (1,31%), João Pessoa (1,42%) e no Rio de Janeiro (2,78%).

Já as quedas foram anotadas em sete capitais, com destaque para Porto Alegre (-3,92%), Curitiba (-1,66%) e Vitória (-0,71%). O maior custo do conjunto de bens alimentícios básicos foi apurado em Porto Alegre (R$ 426,74), seguido por São Paulo (R$ 424,36), Rio de Janeiro (418,71) e Florianópolis (R$ 418,61).

Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 316,65), João Pessoa (329,52) e Natal (R$ 331,18).

Nos últimos dois meses de 2017, o valor da cesta aumentou em 14 cidades. As altas mais expressivas ocorreram em Recife (1,31%), João Pessoa (1,42%) e no Rio de Janeiro (2,78%). As quedas foram anotadas em sete capitais, com destaque para Porto Alegre (-3,92%), Curitiba (-1,66%) e Vitória (-0,71%).

Salário mínimo

Com base no custo da cesta mais cara, que em dezembro de 2017 foi a de Porto Alegre, o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3.585,05, ou 3,83 vezes o mínimo de R$ 937, segundo o Dieese.

Em novembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 3.731,39, ou 3,98 vezes o piso vigente. Em dezembro de 2016, o salário mínimo necessário era de R$ 3.856,23, ou 4,38 vezes o piso em vigor, que equivalia a R$ 880.

(com Agência Brasil)

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