ONU chama a atenção para o 'esquecimento' da hanseníase

A lepra, como é conhecida a doença, ainda afeta centenas de milhares de pessoas no mundo, todos os anos

por Encontro Digital 25/01/2018 11:49

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(foto: Pixabay)
Apesar da hanseníase, popularmente chamada de lepra, afetar mais de 200 mil pessoas todos os anos, no mundo, para a Organização das Nações Unidas (ONU), esta é uma "doença esquecida". O alerta foi feito por Alice Cruz, relatora especial da ONU para a Eliminação da Discriminação Contra Pessoas com Lepra, em comunicado divulgado pela agência espanhola de notícias EFE, nesta quinta, dia 25 de janeiro.

Ao pedir que os doentes sejam tratados com respeito e que sejam eliminados os estigmas que ainda marcam a hanseníase, Alice Cruz lembra que a Índia, o Brasil e a Indonésia registram o maior número de casos da doença no mundo. Além deles, para as Nações Unidas, Bangladesh, República Democrática do Congo, Etiópia, Madagascar, Moçambique, Mianmar, Nepal, Nigéria e Filipinas são alguns dos 22 países em que a doença exige atendimento médico emergencial.

O alerta surge pouco antes do Dia Mundial da Lepra, que é lembrado no dia 28 de janeiro. Além dos inúmeros casos da doença que ainda surgem todos os anos, a relatora especial da ONU afirma que é preciso tratar o problema p mais breve possível, para evitar a incapacitação dos doentes, quando a lepra chega a estágios mais avançados. "Ninguém com esta patologia deveria chegar à incapacidade", comenta Alice Cruz no comunicado. Ela lembra ainda que a doença pode ser curada por meio de tratamento com vários medicamentos "se for detectada e se tratada suficientemente cedo", pois, do caso contrário, "pode causar reações imunológicas severas" como incapacidade ou dor crônica.

(com Agência Brasil e Agência EFE)

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