Prefeitura fecha mais dois parques em Belo Horizonte

Risco de febre amarela leva a PBH a fechar os parques Roberto Burle Marx e Aggeo Pio Sobrinho

por Encontro Digital 23/01/2018 08:41

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Flickr/PBH/Vander Bras/Reprodução
Devido ao risco de febre amarela, a Prefeitura de Belo Horizonte decidiu fechar os parques Roberto Burle Marx (foto), no Barreiro, e Aggeo Pio Sobrinho, no bairro Buritis (foto: Flickr/PBH/Vander Bras/Reprodução)
O surto de febre amarela já casou 20 mortes em Minas Gerais. Com isso, o governador Fernando Pimentel decretou situação de emergência em 94 municípios mineiros. Apesar dos casos serem relacionados a regiões de matas e zonas rurais, moradores de Belo Horizonte estão em estado de alerta para a doença. Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), as medidas de prevenção tomadas desde o início de 2017, quando ocorreu a epidemia da doença no leste do estado, ajudaram a evitar a febre amarela na capital mineira.

Uma das medidas adotadas pela PBH é o fechamento de áreas de preservação, especialmente as que tiveram mortes de macacos. A partir desta terça-feira, dia 23 de janeiro, os parques Roberto Burle Marx, mais conhecido como Parque das Águas, no Barreiro, e Aggeo Pio Sobrinho, no bairro Buritis, estarão fechados para visitação. "Essa decisão é uma medida preventiva, uma vez que a mata desses parques está conectada à vegetação dos parques da Serra do Curral e das  Mangabeiras, integrando um mesmo corredor ecológico", informa a prefeitura em notícia publicada em seu site oficial.

Vale lembrar que em 2017, a PBH já havia fechado o Parque das Mangabeiras, o Mirante e o Parque da Serra do Curral, na região centro-sul da cidade, e o parque Jacques Cousteau, no bairro Betânia. A medida também foi tomada após macacos mortos terem sido encontrados nesses locais.

"A prefeitura mantém o monitoramento da ocorrência de casos suspeitos da doença e de epizootias [morte de macacos], com a adoção imediata de medidas indicadas em cada situação. Diante da identificação de caso suspeito ou ocorrência de morte em macaco, são intensificadas as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, que é vetor urbano que pode transmitir a febre amarela, em conjunto com levantamento da situação vacinal das pessoas que residem no local da ocorrência e suas proximidades, em raio mínimo de 200 m, que pode ser ampliado até mil m, conforme a situação encontrada [presença do Aedes e cobertura vacinal]", esclarece a PBH.

A prefeitura lembra que a capital conta com uma cobertura vacinal acima de 86% – o nível considerado bom pela Organização Mundial de Saúde (OMS), para evitar surtos e epidemias, é de 95%.

(com portal da PBH)

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