Para quem não pode vacinar, repelente é a solução contra a febre amarela

Mas, é preciso ficar de olho nos componentes e na reaplicação do produto

por Da redação com assessorias 22/01/2018 09:35

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(foto: Pixabay)
Com o surto de febre amarela que está assustando moradores de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, os postos de saúde se encontram lotados com pessoas em busca da vacina. O problema é que nem todos podem apelar para a imunização. Gestantes, idosos, pessoas imunodeprimidas e alérgicas a ovo não podem receber o imunizante, sob risco de reações graves. Nestes casos, a melhor prevenção é o uso de repelentes à base de icaridina e dietiltoluamida, que afastam os mosquitos.

As duas substâncias estão presentes na maioria dos produtos vendidos em farmácias e drogarias. Segundo a farmacêutica Adriana Tupynambá, diretora do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF/MG), esses repelentes têm excelente ação protetora e podem ser usados até mesmo em gestantes e em crianças com mais de dois anos de idade.

"Quando for comprar o repelente, é importante conferir se essas duas substâncias, que são recomendadas pela Organização Mundial da Saúde [OMS] na prevenção de doenças desse tipo, estão presentes no rótulo. Só elas garantem efetivamente a proteção contra os mosquitos que transmitem doenças. E, sempre que necessário, consulte o farmacêutico para esclarecer as dúvidas em relação ao uso do produto", esclarece a especialista.

Para ter a ação protetora assegurada, o repelente deve ser utilizado conforme as orientações do fabricante e precisa ser reaplicado várias vezes ao dia.

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