Professor universitário comete gafe internacional com 'descoberta' de objeto misterioso

O cosmologista da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, esqueceu de conferir seu 'achado'

23/03/2018 11:27

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Twitter/astronomerstel/Reprodução
O professor de Cosmologia Peter Dunsby, da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, recebeu um diploma (irônico) por ter "descoberto" o planeta Marte (foto: Twitter/astronomerstel/Reprodução)
Quando Peter Dunsby, professor de Cosmologia da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, percebeu que havia um objeto luminoso "estranho" movimentando-se entre as nebulosas de Trífida e Laguna, não se conteve com a emoção de uma possível descoberta astronômica. Ele logo enviou uma mensagem com seu "achado" para o sistema The Astronomer's Telegram, que é uma rede de comunicação própria dos astrônomos do mundo todo.

"O objeto esteve visível durante todo o tempo em que a observação foi feita e não tinha sido visto anteriormente em observações desse campo astronômico. É preciso fazer observações mais detalhadas para estabelecer a natureza desse objeto ótico muito brilhante", diz Dunsby na mensagem compartilhada entre os colegas no dia 20 de março.

O problema é que, o que poderia representar algo marcante em sua carreira, acabou sendo um vexame internacional. Isso porque, 40 minutos após o envio da mensagem com a suposta "descoberta", o professor sul-africano foi notificado de que o "estranho" objeto luminoso localizado entre as nebulosas de Trífida e Laguna nada mais era do que o nosso conhecido planeta Marte. "O objeto relatado na mensagem 'ATell 11448' foi identificado como Marte", diz a comunicação divulgada também no Astronomer's Telegram.

A partir daí surgiram inúmeras piadas sobre o erro grave cometido pelo cosmologista da Universidade da Cidade do Cabo. Peter Dunsby chegou a receber um "diploma" irônico, compartilhado pela rede de astrônomos no Twitter. A imagem do falso documento dizia que o professor estava de parabéns pela "descoberta de Marte".

"Lição de hoje: checar, checar, checar três vezes e, então, checar um pouco mais", desabafa o cientista sul-africano em post feito em sua conta oficial na rede social de 240 caracteres.

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