Sabia que é possível comprar produtos da roça em 20 pontos de Belo Horizonte?

Programa da prefeitura leva a agricultura familiar para os belo-horizontinos

por Encontro Digital 27/03/2018 16:57

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Flickr/PBH/Rodrigo Clemente/Reprodução
Para quem gosta de adquirir produtos fabricados na roça, em Belo Horizonte existem 20 feiras que valorizam a agricultura familiar (foto: Flickr/PBH/Rodrigo Clemente/Reprodução)
Em Belo Horizonte, a população pode adquirir frutas, verduras, legumes, doces, biscoitos e roscas, tudo feito no interior. O programa Direto da Roça, da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) disponibiliza vários pontos de comercialização da agricultura familiar para os belo-horizontinos. Segundo a PBH, a qualidade dos produtos é monitorada pela subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional.

A proposta é que, pelo menos 75% dos produtos vendidos nas barraquinhas do programa sejam produzidos pelo próprio comerciante. As vendas também podem ser feitas por pessoas que trabalhem para os produtores, enquanto estes cuidam das plantações ou da produção das mercadorias.

Um dos pontos em que é possível encontrar as feirinhas do Direto da Roça é na avenida Álvares Cabral, entre a avenida Augusto de Lima e a rua da Bahia, sempre às terças e sextas-feiras. De acordo com Horácio Vasconcelos Barbosa, que comercializa frutas, verduras e hortaliças para um dos produtores, as plantações são fiscalizadas pela PBH e a qualidade não deixa a desejar. "A prefeitura não vem aqui não, eles vão até lá na plantação, conferem até a terra para ver se está tudo certo. Eles nos visitam a cada dois meses, mais ou menos. E tem as reuniões também, que acontecem ali atrás da igreja", explica o comerciante, apontado em direção à basílica de São José. E não para por ai, Horácio ainda acrescenta que gosta do que faz: "Eu conquistei muitos amigos, conheci muita gente e tem muito carinho do pessoal".

Os pontos de vendas de produtos da agricultura familiar estão espalhados por todas as regionais da cidade. Atualmente, existem 20 pontos na capital mineira e, para 2018, a previsão da PBH é aumentar o número para 62.

De acordo com Rogério Alves Henriques, da subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional, o programa permite a comercialização do produto direto na mão de quem produziu, ou seja, sem intermediários. "A própria pessoa que produz vai estar lá na banca, no seu ponto, comercializando a mercadoria", explica. Além disso, a comercialização ainda traz renda para o produtor, que fica com o valor das vendas.

No ponto da avenida Álvares Cabral, além de verduras e frutas, é possível encontrar, na barraca do Benvindo Pinto Filho, biscoitos, rosca, bolos e doces. Tudo isso produzido pela esposa, filha e pela sobrinha do produtor. Ele diz que trabalha nesse ponto de BH há mais de 20 anos. "Eu trabalhava no Ceasa e quem cuidava dessa barraca era minha esposa", comenta. O comerciante conta que o programa é uma vantagem muito grande para eles. "Para a gente é bom demais, porque nós temos o lugar de produzir e dispor", explica. Ele diz ainda que a relação com os clientes é muito importante. Nas embalagens dos produtos é possível encontrar o telefone de contato da casa dele. Se a pessoa se interessar, pode ligar e encomendar. "Tem dia que já estamos até deitados e ligam perguntando se vamos na feira, eles pedem até para guardar os produtos", explica Benvindo Filho.

Confira, abaixo, os endereços dos 20 pontos do Direto da Roça em Belo Horizonte:

(com assessoria de imprensa da PBH)

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