Morte de macaco gera alerta de febre amarela no bairro Sion, em BH

Prefeitura está investigando o caso e vai fazer ação preventiva na região

por Rafael Campos 14/03/2018 18:17

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Google Maps/Street View/Reprodução
Colégio Santa Dorotéia fica próximo ao local onde foi encontrado o corpo do macaco (foto: Google Maps/Street View/Reprodução)
A morte de um macaco está sendo investigada pela Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com o órgão, o primata foi achado morto no bairro Sion, região centro-sul da capital mineira, nesta semana. Em nota, a secretaria informou que irá realizar nesta quinta-feira "uma ação de combate ao mosquito Aedes aegypti em alguns quarteirões do bairro, próximo ao Colégio Santa Doroteia e Escola Municipal Benjamim Jacob".

Durante a ação, segue nota, "os agentes farão a aplicação de inseticida Ultra Baixo Volume (UBV)". Por conta da pulverização, o Colégio Santa Doroteia informou que, nesta quinta-feira, as aulas serão suspensas. A secretaria de saúde não informou onde exatamente o primata foi achado. Próximo às escolas há o Parque Municipal Mata das Borboletas, com 35 mil metros quadrados.

A secretaria de saúde ressaltou que os primatas "não apresentam riscos para a saúde humana, e que estes não transmitem a febre amarela". Mas informou que os animais doentes ou mortos que estão sendo encontrados são um importante sinal para a prevenção ou a vigilância de possíveis doenças.

Este ano, mais de 220 mil pessoas foram vacinadas contra a febre amarela. BH já atingiu a cobertura vacinal de quase 93%, mas quer chegar ao número de 95% da população imunizada. Até o momento, não há confirmação de caso da doença com transmissão na capital mineira. 

Algumas áreas verdes da cidade já foram fechadas como medida de prevenção contra a febre amarela. É o caso dos parques Aggeo Pio Sobrinho, no Buritis; Roberto Burle Marx, no Barreiro; o parque e o mirante do Mangabeiras, também na região centro-sul.

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