Operadoras de telefonia lideram reclamações no Portal do Consumidor

Segundo o Ministério da Justiça, foram 43,3% das reclamações destinadas a essas empresas

por Encontro Digital 14/03/2018 11:58

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Consumidor.gov.br/Reprodução
(foto: Consumidor.gov.br/Reprodução)
De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Justiça nesta quarta, dia 14 de março, as operadoras de telecomunicações receberam o maior número de reclamações dos brasileiros que utilizaram o portal Consumidor.gov.br em 2017. Essas empresas concentraram 43,3% das reclamações. A maior parte, foi em relação a cobrança por serviços não contratados.

Atrás das operadoras, consumidores reclaamra de serviços prestados por bancos, financeiras e administradoras de cartão, que tiveram 20,4% das reclamações; em seguida estão os bancos de dados e cadastros de consumidores, com 14,5%; o comércio eletrônico, com 8%; os fabricantes de eletroeletrônicos, com 3,2%; as empresas de transporte aéreo, com 2,5%; e o varejo, com 1,5%. Demais segmentos juntos concentraram 6,6% das reclamações.

No ano passado, o índice médio de solução das empresas foi 80,8% e o prazo médio de resposta, 6,3 dias. Com o maior número de reclamações, as operadoras de telecomunicações tiveram também o maior índice de resolutividade, 88,6%.

Para quem não sabe, o portal Consumidor.gov.br foi lançado em junho de 2014. Ele é um serviço público, gratuito, acessível de qualquer lugar pela internet, e foi pensado para ajudar a solucionar conflitos de consumo de forma online. O portal permite ainda a interlocução direta entre consumidores e empresas.

No ano passado, 341.585 usuários e 54 empresas se castraram no portal. No total, foram feitas 470.748 reclamações, o que representa um aumento de 63% em relação a 2016.

Desde a criação do site do Ministério da Justiça foram feitas aproximadamente 1,1 milhão de reclamações, de acordo com dados disponíveis no próprio portal. São 840.865 usuários e 422 empresas cadastrados.

A plataforma é monitorada pela Secretaria Nacional do Consumidor, do minsitério, pelos Procons, Ministérios Públicos, órgãos de controle, pelas Defensorias Públicas, agências reguladoras, entre outros órgãos, e pela sociedade.

(com Agência Brasil)

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