Procon-BH orienta consumidores para a compra de produtos típicos da Páscoa

Chocolate e peixe demandam cuidados na hora da compra; confira!

por Encontro Digital 05/03/2018 16:09

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É importante seguir as orientações do Procon-BH antes de fazer as compras para celebrar a Páscoa (foto: Pixabay)
Este ano, a Páscoa será celebrada no dia 1º de abril. Com isso, a Diretoria de Proteção e Defesa do Consumidor de Belo Horizonte (Procon-BH) aproveita o momento para orientar os consumidores sobre alguns cuidados que se deve ter na hora de adquirir os produtos típicos da época, como peixes e chocolates.

A primeira dica do Procon-BH é definir o que comprar antes de sair de casa, se possível, com uma lista. Em seguida, o ideal é fazer uma pesquisa comparativa de preços, que podem variar de uma loja para outra, para buscar sempre os valores mais vantajosos. "O consumidor também deve ficar atendo às informações veiculadas em anúncios, panfletos e outras formas de publicidade, pois o lojista é obrigado a cumprir as ofertas anunciadas", comenta Mônica Coelho, diretora do Procon-BH.

Para quem faz questão de consumir peixes durante o período da Quaresma e da Semana Santa, é fundamental ficar atento a detalhes como a limpeza, a organização e a temperatura do local de armazenamento –independente de ser pescado fresco, congelado ou salgado e seco. No caso do peixe fresco, a presença de cheiro forte, abdômen flácido, olhos murchos e sem brilho e guelras pálidas são sinais de que o produto não deve ser consumido.

O Procon lembra que a pesagem do produto precisa deve ser feita na presença do consumidor, assim como o empacotamento do produto. Se o comprador desejar que o peixe seja embalado com gelo – para que fique protegido e preservado durante o trajeto para casa –, deve ficar atento para que a água congelada não seja pesada junto com o produto final.

Chocolate

Na hora da compra, é importante observar o local em que os chocolates são armazenados e verificar a limpeza do ambiente. O produto deve permanecer em temperatura de aproximadamente 18º C, longe de itens que tenham odor forte, de artigos de limpeza e de fontes de calor. Em ambientes muito quentes, o chocolate derrete e, no frio, o produto endurece e pode apresentar coloração esbranquiçada.

O Procon-BH alerta que a embalagem do chocolate deve conter, em linguagem clara, informações como prazo de validade, peso, quantidade, composição e características. A mesma atenção deve ser dada aos produtos diet e light. O consumidor não deve comprar produtos com rótulos danificados ou pouco legíveis. Para quem deseja presentear as crianças com ovos de chocolate acompanhados de brinquedos, é preciso verificar se na embalagem consta o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a identificação da faixa etária indicada.

Além dessas orientações, o órgão de proteção do consumidor lembra que, de acordo com a Resolução 264, de 2005, da Anvisa, para ser chamado de chocolate, o produto deve conter, no mínimo, 25% de "sólidos totais de cacau", obtidos a partir da mistura de derivados da fruta (massa, cacau em pó ou manteiga) com outros ingredientes. Já o chocolate branco deve apresentar, no mínimo, 20% de sólidos totais de manteiga de cacau. "Estas informações devem constar nas embalagens e o consumidor deve ficar atento a elas, caso queira realmente comprar chocolate", orienta Mônica Coelho.

Ainda conforme a diretora do Procon-BH, artigos artesanais devem seguir as mesmas regras de comercialização dos industrializados. Os produtos importados são obrigados ainda a apresentar informações em língua portuguesa, como identificação do fabricante e importador, país de origem, prazo de validade, composição, volume/quantidade, registro no órgão competente e outras informações obrigatórias.

(com assessoria de comunicação da PBH)

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