Sabia que a Prefeitura de Belo Horizonte identifica todos os animais capturados na rua com microchip?

Os bichinhos passam a ter um número de registro, para ajudar no controle de doenças e abandono

por Encontro Digital 13/04/2018 14:53

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Flickr/PBH/Robson Luiz dos Santos/Reprodução
Segundo a PBH, todos os animais retirados das ruas de Belo Horizonte recebem microchip para ajudar no controle de doenças e evitar novos abandonos (foto: Flickr/PBH/Robson Luiz dos Santos/Reprodução)
Nem todos sabem, mas a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) faz o implante de microchip em cães e gatos retirados das ruas da capital mineira, como forma de monitoramento sanitário destes animais. Como mostra a PBH, por meio desse pequeno dispositivo, é possível monitorar as condições de saúde do animal em situação de rua e, consequentemente, das doenças que estes poderiam transmitir para outros bichinhos e para humanos.

Vale dizer que a existência de mcirochip pode ser fundamental também em casos de perda, abandono ou roubo, já que quando o pet é encontrado e levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Belo Horizonte, ou para uma clínica veterinária, ele pode ser identificado imediatamente – cada dispositivo possui um número específico, comos e fosse o "CPF" do animal.

Segundo a PBH, cerca de 65 mil animais já receberam o implante no município. Somente no ano de 2017, quase 24 mil cães e gatos foram microchipados. Todos os cachorros resgatados nas ruas e os que são levados para serem castrados nos centros de esterilização recebem o implante, assim como os bichinhos colocados para adoção pelo CCZ.

O microchip é um dispositivo formado por duas partes: um chip eletrônico e a cápsula que o envolve. A cápsula é feita de um vidro biocompatível, que não provoca alergias e é quase do tamanho de um grão de arroz. Ele é inserido com uma agulha hipodérmica debaixo da pele do pescoço do animal, e a aplicação é rápida e indolor. O dispositivo armazena um número de cadastro, e emite uma frequência de rádio que pode ser lida por meio de um leitor específico.

"A identificação eletrônica permite fazer uma leitura da situação sanitária, evitando procedimentos e cirurgias desnecessárias, e permitindo uma atualização da condição vacinal do animal", explica Silvana Tecles, gerente do CCZ.

A PBH explica que, nos casos em que a Zoonoses identifica um animal microchipado que tem tutor, é acionado o responsável, para entender como a situação ocorreu, certificando-se sempre de que não se trata de abandono ou maus-tratos – neste caso, existem punições previstas em lei.

Todos os animais recolhidos pelo CCZ aguardam o período de dois dias após a captura, para que o tutor faça a reclamação. Expirado o prazo, eles são disponibilizados para adoção em feiras de instituições parceiras onde permanecem de 15 a 20 dias, na tentativa de encontrar um lar para esses animais, evitando que eles retornem às ruas.

(com assessoria de comunicação da PBH)

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