Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe termina na sexta, dia 1º de junho

Puérperas e idosos são os que mais compareceram aos centros de saúde

por Encontro Digital 28/05/2018 13:55

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Rovena Rosa/Agência Brasil/Divulgação
(foto: Rovena Rosa/Agência Brasil/Divulgação)
A Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe será encerrada na próxima sexta, dia 1º de junho, em todo o Brasil. Dados do Ministério da Saúde mostram que 21 milhões de pessoas que fazem parte do público-alvo ainda precisam ser imunizadas. A expectativa da pasta é vacinar 54,4 milhões de brasileiros contra o vírus Influenza até o final da campanha.

Devem receber a dose crianças de 6 meses a menores de 5 anos; idosos a partir de 60 anos; trabalhadores da saúde; professores das redes pública e privada; povos indígenas; gestantes; puérperas (mães recentes); pessoas privadas de liberdade; e funcionários do sistema prisional.

Pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais também devem ser imunizadas. Neste caso, é preciso apresentar uma prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle de doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão registrados para receber a dose.

Cobertura

Até 24 de maio, foram vacinadas 33,3 milhões de pessoas contra a gripe. O público com maior cobertura é o de puérperas, com 74,2%; seguido por idosos (71%); trabalhadores da saúde (67,8%); e professores (67,7%). Entre os indígenas, a cobertura ficou em 53,5% e, entre as gestantes, em 51,8%. O grupo com menor índice de vacinação foram as crianças, com 46%.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e, segundo o Ministério da Saúde, é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias. São priorizados os grupos considerados mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

A vacina

A pasta informa ainda que a vacina é segura e reduz complicações que podem provocar casos graves da doença, internações e óbitos. A dose utilizada na rede pública de saúde protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no Hemisfério Sul ao longo do último ano, incluindo o H1N1 e o H3N2.

Reações adversas

O ministério lembra que, após a aplicação da dose, podem ocorrer, de forma rara, dor, vermelhidão e endurecimento no local da injeção. As manifestações são consideradas benignas e os efeitos costumam passar em 48 horas.

A vacina da gripe é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada ao ovo de galinha e seus derivados. É importante procurar o médico para mais orientações.

(com Agência Brasil)

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