Apesar de desfalcada, Alemanha segue favorita ao título da Copa da Rússia

Sem Lahm, Schweinsteiger, Podolski e Götze, alemães apostam em Klose e "companhia"

por Encontro Digital 04/06/2018 10:28

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

Preencha todos os campos.
Brasil.gov.br/Reprodução
(foto: Brasil.gov.br/Reprodução)
Quando se fala na Copa do Mundo da Rússia de 2018, além da Seleção Brasileira, a Alemanha é, com certeza, uma das equipes favoritas à conquista da taça do Mundial da Fifa. Depois do tetracampeonato em 2014, os alemães apostam no planejamento para levar o quinto título. Os carrascos do 7 a 1 contra o Brasil chegam à Rússia com uma base consolidada, um plantel recheado de estrelas e com a nova geração "pedindo passagem".

Participando de sua 19ª Copa, a Alemanha quer comprovar que o futebol vai além da tática ou da sorte. Depois de massacrar o Brasil na semifinal em 2014, no dia que ficou conhecido como "Mineiraço" (por ter ocorrido no estádio Mineirão, em Belo Horizonte, MG), os alemães levantaram o caneco contra a Argentina. Quatro anos depois, a Alemanha mantém o padrão de jogo, com toque de bola e movimentação, e acumula bons resultados nas partidas recentes.

Em 2016, com o time olímpico repleto de garotos, a Alemanha chegou à final no Rio de Janeiro, mas acabou perdendo para o Brasil, em um Maracanã lotado. No ano passado, na Copa das Confederações, o time alemão levantou o caneco sem várias de suas estrelas, comprovando mais uma vez a força do elenco comandado por Joachim Löw – está à frente da Seleção Alemã desde 2006.

O único ponto fora da curva na trajetória dos alemães até o Mundial foi durante a Euro 2016, quando foram eliminados pela França, na semifinal, por 2 a 0.

Já nas eliminatórias europeias, o domínio foi total. Em um grupo com adversários bem mais fracos, como Irlanda do Norte, República Tcheca, Noruega, Azerbaijão e San Marino, a Alemanha seguiu à risca o que se espera de uma seleção tradicional. Foram 10 vitórias em 10 jogos, com 43 gols marcados e apenas quatro sofridos.

Elenco

Em relação à última Copa do Mundo, a Alemanha sofreu algumas baixas consideráveis. Do plantel campeão, alguns jogadores se aposentaram, como Phillip Lahm, Bastian Schweinsteiger e Lucas Podolski. O veterano Miroslav Klose também encerrou suas atividades pela Seleção Alemã. Ele é o maior artilheiro das Copas com 16 gols marcados. Atualmente, Klose integra a comissão técnica de Joachim Löw. Por sua vez, Mario Götze, autor do gol do título em 2014, não foi convocado por conta de distúrbios metabólicos, que potencializam as lesões do meia do Borussia Dortmund.

Para dar um novo gás à seleção, nomes como o do meia Draxler, companheiro de Neymar no Paris Saint-Germain (PSG), do lateral Kimmich, do Bayern, da Alemanha, e de Sané, campeão inglês pelo Manchester City, aparecem como referência da geração de jovens jogadores que devem manter o nível e a exigência futebolística dos tetracampeões mundiais.

Apesar das baixas, o "esqueleto" é praticamente o mesmo: no gol, está mantido Manuel Neuer; a dupla de zaga tem os xerifes Boateng e Hummels; e o meio-campo com Khedira, Kroos e Özil mantém o padrão de jogo da Seleção Alemã. Outro nome que mantém a identidade dos germânicos e tem tudo para fazer história no futebol é Thomas Müller, de 28 anos. Conhecido pela sua versatilidade, o jogador cria das categorias de base do Bayern de Munique é capaz de armar jogadas, além de atacar pelas laterais ou como centroavante dentro da área.

A Alemanha tem camisa e recursos técnicos de sobra para ser líder do grupo F da Copa da Rússia. Muito superior à Suécia, México e Coreia do Sul, a Seleção Alemã deve fechar a primeira fase com a classificação para as oitavas de final.

Daí em diante, só o destino dirá se os alemães conseguirão se igualar ao Brasil em números de títulos. O primeiro jogo da Alemanha será no domingo, dia 17 de junho, contra o México. A partida começa ao meio-dia, horário de Brasília.

(com Agência do Rádio Mais)

Últimas notícias

Comentários