Diretor da OMS diz que fim da epidemia de HIV passa pela conscientização do público-alvo

Para Tedros Ghebreyesus, campanhas devem focar na comunidade LGBTQ

por Encontro Digital 23/07/2018 16:42

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(foto: Pixabay)
Em publicação compartilhada nesta segunda, dia 23 de julho, no Twitter, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirma que a epidemia de HIV no mundo não terá fim sem que haja políticas direcionadas para as chamadas populações-chave: homens que fazem sexo com homens; trabalhadores do sexo; usuários de drogas; e população LGBTQ+.

"A melhor forma de abordar todo o espectro de suas necessidades de saúde é por meio de sistemas de saúde fortes baseados numa atenção primária centrada nas pessoas e que seja direcionada para alcançar saúde para todos", publica Tedros em seu perfil na rede social de 280 caracteres.

A afirmação do diretor-geral da OMS está ligada à 22ª Conferência Internacional sobre Aids, que está sendo realizada em Amsterdã, na Holanda, até a próxima sexta (27), e tem como tema Quebrando Barreiras, Construindo Pontes. A proposta, segundo a organização, é chamar a atenção para desafios como estigma, preconceito e outros problemas enfrentados por quem vive com o vírus HIV em algumas partes do mundo, incluindo populações-chave do leste europeu e da Ásia Central, assim como do Oriente Médio e do Norte da África.

Números

Dados da OMS revelam que homens que fazem sexo com homens, trabalhadores do sexo, pessoas transexuais, usuários de drogas e pessoas encarceradas responderam por 40% das novas infecções por HIV registradas em 2016.

(com Agência Brasil)

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