Final da Copa do Mundo pode ser entre Brasil e Croácia, diz Fundação Getúlio Vargas

Estatísticas da FGV apontam favoritismo da Seleção Brasileira na conquista do título

por Encontro Digital 05/07/2018 08:02

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Lucas Figueiredo/CBF/Divulgação
De acordo com estudo matemático da Fundação Getúlio Vargas, a Seleção Brasileira, do craque Neymar, tem mais de 48% de chance de chegar à final da Copa da Rússia (foto: Lucas Figueiredo/CBF/Divulgação)
Apostou o vencedor da Copa do Mundo da Rússia em algum bolão? Então, saiba que especialistas da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV) analisaram as chances de cada seleção classificada para as quartas de final para chegar à disputa derradeira, que vale o título do Mundial da Fifa. Estatísticos e economistas liderados pelos professores Paulo Cezar Pinto Carvalho, Arthur da Silva Pereira Carneiro e Moacyr Alvim Barbosa da Silva já vinham analisando as chances de vitória de cada jogo da Copa, até então.

A média de acertos não está das piores: a FGV previu corretamente os vencedores de quase 60% das partidas realizadas na fase de grupos do Mundial da Rússia. Em 10 delas, cravou o resultado exato, enquanto em outras 17 previu corretamente o campeão.

Para a final, a instituição com sede no Rio de Janeiro apresentou as probabilidades na tarde de quarta, dia 4 de julho. O Brasil lidera o "ranking" de seleções em busca do título, com 48,83% de chance de alcançar a grande final em Moscou no dia 15 de julho. A julgar pelos cálculos, caso a Seleção Brasileira chegue tão longe no torneio, deve enfrentar a Croácia (35% de chance); Suécia (27,98%); ou Inglaterra (25,21%).

Curiosamente, a talentosa seleção belga tem a terceira pior perspectiva de alcançar a última partida da Copa: 14,95%, média que só supera a do Uruguai (12,3%) e da Rússia (11,39%). A FGV prevê uma chance de 61% do Brasil passar pela Bélgica no jogo de amanhã, dia 6 de julho.

As probabilidades de levantar a taça continuam praticamente inalteradas. O Brasil segue na liderança, com 32% de chance de vencer o torneio, seguido pela Croácia (15%) e Suécia (11%). A França, provável adversária da nossa Seleção nas semifinais, tem metade das chances brasileiras (16%).

Para chegar a esses números, a Fundação Getúlio Vargas explica que leva em consideração todos os confrontos entre as 222 seleções da Fifa nos últimos quatro anos. Os estatísticos geraram parâmetros de defesa e ataque para cada seleção de acordo com gols marcados e sofridos, atribuindo peso às partidas de acordo com o grau de dificuldade, a natureza do jogo (torneios oficiais ou um amistoso, por exemplo) e a data das partidas (jogos mais recentes contam mais).

(com Agência Sputnik)

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