Nutricionistas ainda são a fonte preferida de informação dos brasileiros

Pesquisa mostra que a minoria das pessoas leva em conta textos das redes sociais

por Da redação com assessorias 02/07/2018 14:27

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(foto: Pixabay)
Uma pesquisa realizada pelo setor de Inteligência e Pesquisa de Mercado da editora Abril, a pedido da Nestlé, com 500 participantes em todo o Brasil, mostra que 51% dos entrevistados diz ter o YouTube como meio de comunicação de referência de conteúdo sobre nutrição. Em seguida, estão os sites especializados, com 50% da preferência dos participantes; acompanhados pelos canais de TV (43%), sites de notícias (41%), Facebook (41%), revistas (38%), Instagram (32%), blogs (31%), jornais (22%), WhatsApp (20%) e emissoras de rádio (11%).

Quando a pauta é dieta e emagrecimento, 32% dos entrevistados têm no nutricionista a principal fonte de informação sobre o assunto, seguido por sites especializados (16%), médico (15%), redes sociais (12%) e blogueiros/youtubers (7%). Vale destacar, também, os dados quanto ao nível de preocupação com a alimentação saudável dos entrevistados. As respostas indicam que 42% das pessoas se consideram um pouco preocupadas com o tema, enquanto 44% se dizem preocupadas e 14% muito preocupadas.

Um dos temas mais relevantes que a pesquisa abordou, conforme a Nestlé, e que tem sido pauta de debates, matérias e inúmeras discussões na internet e no dia a dia, envolve a forma como as pessoas filtram as informações disseminadas pela internet, especificamente nas redes sociais – como as temidas fake news. O levantamento mostra que 46% dos entrevistados disseram que sempre checam as fontes e a veracidade das notícias sobre alimentação nas redes; 45% checam às vezes; e 9% afirmaram nunca checar.

A pesquisa levantou, ainda, o nível de confiança das pessoas nas notícias sobre alimentação veiculadas e/ou postadas em diversos meios de comunicação. Em uma escala de zero a 10, a lista é liderada por blogs e perfis de profissionais de saúde, com nota média de 7,2; depois aparecem as reportagens publicadas pela imprensa em jornais, revistas, sites, TV e rádio, com média de 6,3; na última posição está o Whatsapp, com nota 3,2.

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