As assinaturas funcionam como pacotes de ingressos adquiridos antes do início da temporada e oferecem aos assinantes a possibilidade de acompanhar regularmente a programação da Filarmônica ao longo do ano. A iniciativa também garante ao público a permanência no mesmo lugar nos concertos escolhidos, além de valores reduzidos em relação à compra avulsa.
. Para Zilka Caribé, diretora de Comunicação e Marketing do Instituto Cultural Filarmônica, o modelo de assinaturas tem papel fundamental na relação entre a orquestra e seu público. “É um ato de confiança na qualidade da programação e no desempenho de seus músicos, maestros e toda equipe da Orquestra. Nossos assinantes são muito fiéis à Filarmônica, e buscamos retribuir trabalhando diariamente a excelência de nossas apresentações, projetando o estado de Minas Gerais e Belo Horizonte mundialmente”, afirma.
. O que são as assinaturas?
A Filarmônica oferece assinaturas para cinco séries de concertos em 2026, distribuídas entre apresentações às quintas, sextas e sábados, incluindo a série Fora de Série. Os pacotes variam entre 8, 10, 20 ou 28 concertos, com assentos distribuídos em diferentes setores da Sala Minas Gerais.
. Entre os destaques da campanha está a Assinatura Jovem, voltada para pessoas de 12 a 18 anos, mantida pelo segundo ano consecutivo com 75% de desconto. A proposta busca estimular o contato dos jovens com a música de concerto e ampliar a formação de público.
. Destaques da temporada
A Temporada 2026 será marcada por homenagens a importantes compositores da música clássica, como Verdi, Mahler, Tchaikovsky, Dvorák, Britten, Weber, Schoenberg e Falla, celebrando datas emblemáticas de nascimento e falecimento. Obras como a Missa de Réquiem, de Verdi, a Nona Sinfonia, de Mahler, e a Sinfonia do Novo Mundo, de Dvorák, estão entre as previstas na programação.
O palco da Sala Minas Gerais também receberá solistas de destaque no cenário internacional, como a pianista Natasha Paremski, o trombonista Jörgen van Rijen, principal nome do instrumento na Orquestra do Concertgebouw de Amsterdã, o violoncelista colombiano Santiago Cañón-Valencia e o flautista Anthony Trionfo, além do retorno de artistas já conhecidos do público mineiro, como Arnaldo Cohen, Ricardo Castro, Cristian Budu, Sonia Rubinsky e Guido Sant’Anna.
.