Com carga horária total de 18 horas, a residência será conduzida pelo artista, professor e pesquisador baiano Agnaldo Fonseca, ao lado do músico Valter Ouro, em parceria com os percussionistas mineiros Pedro Alves (Pedroka), Tadeu Moura e Italo Dias. A anfitriã do encontro será a mestra Júnia Bertolino, referência nas danças afro-brasileiras em Minas Gerais. A idealização e a produção do projeto são de Bárbara Maia e Carol Vilela.
. A proposta da residência combina treinamento corporal, pesquisa de movimento, criação coletiva e música ao vivo, explorando o diálogo entre gesto e sonoridade nas tradições afro-centradas. O processo busca evidenciar as conexões entre práticas corporais e expressões musicais ligadas às matrizes afro-brasileiras, ampliando as possibilidades de investigação artística em dança.
. Além da formação, a iniciativa também pretende fortalecer redes entre artistas da Bahia e de Minas Gerais, incentivar a produção de conhecimento no campo da dança e ampliar o protagonismo de pessoas negras e LGBTQIAP+ no cenário artístico.
. A programação será encerrada com um compartilhamento público gratuito no dia 28 de março, às 16h, na Funarte MG. Após a apresentação, haverá uma roda de conversa com intérprete de Libras, aberta ao público.
. Serviço
Danças de matrizes afro-brasileiras: confluências entre Minas e Bahia
Residência artística em dança
Inscrições: 5 a 14 de março de 2026
Resultado: 16 de março de 2026
Período da residência: 23 a 28 de março de 2026, das 9h às 12h
Compartilhamento público: 28 de março, das 16h às 18h
Local: Funarte MG (Rua Januária, 68 – Centro)
Vagas: 20 participantes, mediante inscrição prévia neste link
Compartilhamento público: gratuito, entrada livre
Acessibilidade: espaço com acessibilidade arquitetônica e interpretação em Libras na roda de conversa.