Revista Encontro

Turismo

Conheça atrações das cidades do Circuito das Malhas

Seis cidades do Sul de Minas valem ser descobertas nas férias de inverno; a maioria é famosa pelo tricô e malha, mas tem outros tesouros além das vitrines

Lilian Monteiro
Jardins podados com a técnica topiária em Monte Sião - Foto: Lilian Monteiro/Divulgação
Quando o inverno chega ao Sul de Minas, a região revela muito mais do que suas tradicionais lojas de malhas e tricôs. As seis cidades que integram o chamado “Circuito das Malhas” – Monte Sião, Jacutinga, Borda da Mata, Ouro Fino, Inconfidentes e Albertina – formam um roteiro irresistível para quem busca experiências autênticas, sabores marcantes e paisagens de tirar o fôlego. Entre montanhas cobertas pela névoa da Mantiqueira, trilhas em meio à natureza e o acolhimento característico do povo mineiro, o visitante descobre uma rica cultura gastronômica que vai do café especial aos vinhos de inverno, da tradicional pamonha ao torresmo crocante e ao queijo artesanal. Sem esquecer receitas que carregam histórias, como o famoso macarrão quadrado. E, claro, como parte da mineiridade, a presença inabalável da fé, da religiosidade. 
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Cada cidade guarda seus próprios encantos, combinando tradição, aventura, boa mesa e hospitalidade em uma viagem que aquece o corpo e a alma, transformando o Sul de Minas em uma escolha certeira para a temporada mais charmosa do ano. Quando os termômetros caem, as montanhas ganham contornos ainda mais charmosos. E a indicação deste roteiro turístico pelo Circuito das Malhas começa por Monte Sião, com seus 177 anos. Famosa pela Feira Nacional do Tricô (Fenat), que está em sua 54ª edição e vai até 21 de junho, outro evento dos mais badalados da cidade é o Festival de Inverno, que vai de abril a julho, com mais de 150 atrações culturais, conforme o prefeito Maurício Zucato (União Brasil), o Juninho, que garante que a cidade recebe aproximadamente 500 mil visitantes nesse período e nada menos do que 2 milhões de turistas por ano. A cidade tem mais de 24 mil habitantes.
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“A Fenat teve um hiato, retornou em 2025, e em 2026 temos mais de 50 expositores e é o que movimenta a economia da cidade. Vendemos aproximadamente até 30 milhões de peças na temporada de inverno, do início de abril ao começo de agosto, dependendo do frio, que pode estender ou não. E atendemos cerca de 350, 400 mil pessoas neste período”, destaca a secretária de Turismo e Economia, Camila Morais, que enfatiza que Monte Sião é conhecida como capital do tricô, mas não vive só dele. “Temos a única porcelana azul e branca do Brasil, além das nossas belezas naturais. Montanhas, cachoeiras e belas trilhas. O turismo religioso, já que temos o segundo santuário da Nossa Senhora da Medalha Milagrosa (o primeiro fica em Paris, França), o primeiro do Brasil, com a novena que ocorre no mês de novembro, em homenagem ao dia padroeira, 27”.  Ela garante que a cidade se destaca ainda pelos queijos artesanais, o queijo Eliana e Sônia, e doces: “Então, quando a pessoa vem para Monte Sion, ela não vê só o tricô. Ela vê tudo isso junto”.
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Para Camila, o turista que escolhe Monte Sião decide viver uma experiência: “É um conjunto de atrações e vivências. São nossas pousadas com cafés da manhã colonial, com destaque para o Hotel Vivas, temos a gastronomia, com destaque para o macarrão quadrado, que é incrível e surgiu aqui e um mexido mineiro que dá água na boca”. Aliás, o macarrão quadrado, atração à parte, é Patrimônio Cultural Imaterial do município desde 2013.
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Camila garante que, seja qual mês o turista chegar em Monte Sião, vai encontrar um evento. Em setembro, há a Festa Italiana ‘Viva la nostra gente’, evento cultural e gastronômico que homenageia a herança dos imigrantes que ajudaram a construir a história da cidade: “O que não falta é novidade. Desde 2025, montamos um calendário anual e o entregamos para a hotelaria, população e turistas. Assim, podem escolher a melhor data para curtir a cidade. No inverno, além da Fenat, temos o Festival de Inverno, que é o mais longo do Brasil e multicultural, de 17 de abril a 26 de julho, privilegiando atrações locais e regionais. Do sertanejo ao jazz e blues. A Festa Italiana, inclusive, faz parte da Rota Turística de Minas Gerais, que vai ter a Rota Italiana e aguarda a lei ser sancionada. Nossa festa é famosa e, agora, pela primeira vez vamos ter o ‘tombo da polenta’, dia 6 de setembro”. 
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 O ‘tombo da polenta, a secretaria explica, é o preparo da polenta em um container com cozinha: “Numa lateral é a cozinha, na outra é um fogão de lenha dentro do container. Ele tem dois andares e uma panela que cabe 2.000 kg de fubá. Enquanto a polenta é preparada, há dançarinas típicas com pandeirinhos e chocalhos de mãos e, pronta, a polenta é tombada dentro de um recipiente e servida gratuitamente para toda a população. Ação comum em São Paulo, Valinhos, e Monte Sião será a primeira cidade mineira a fazer o ‘tombo da polenta’”, assegura Camila. 
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E não para por aí. Camila Morais ainda convida os visitantes a descobrir Monte Sião no Carnaval: “Também é um marco. Tinha parado há oito anos, mas voltamos com tudo em 2025 e recebemos 50 mil foliões e, em 2026, quase chegamos aos 80 mil visitantes no período. Carnaval de rua, com blocos por toda a cidade e marcado pelo clima familiar. É seguro, não tivemos uma ocorrência policial nesta retomada. Usamos monitoramento facial, com 32 câmeras espalhadas no percurso fechado, que vai da Rua do Mercado até a Avenida Getúlio Vargas. Destaque para a “Turma da Pracinha”, formada por quase 80 integrantes, entre médicos, empresários e dentistas que se fantasiam de palhaços e saem em carros divididos ao meio e fazendo performances”.  Durante o dia, a secretária conta que há matinês com marchinhas e muita pipoca, algodão-doce, confete e serpentina, tudo gratuito para a criançada e idosos.
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Igreja Matriz de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa em Monte Sião - Foto: Lilian Monteiro/DivulgaçãoCom tantas atrações, falta mesmo o turista mineiro descobrir mais a cidade. Para Camila, “Monte Sião vai até BH, participamos da feira da malha, todos conhecem nosso tricô, mas precisam também vir até nós para descobrirem a gastronomia, as festas, a cultura e o calor do monte-sionense e a identidade mineira da Serra da Mantiqueira. Vão ser bem recebidos, fica o convite”. E assim ter a chance de conhecer personagens como a Roberta Tatiana de Oliveira, filha do seu Zé Pipoqueiro, para um dedo de prosa, ela que assumiu o carrinho de pipoca do pai e segue a história plantada pelo pai há 45 anos na praça principal da cidade, com direito a pipoca salgada servida com molho especial e receita guardada a sete chaves. Ou o guia turístico Egidielson Fernandes Pires de Godoi, o Xu, que sabe tudo da cidade e região. “A origem do nome da cidade se deu a partir do Morro Pelado, ao pé da Serra da Mantiqueira, por sua semelhança com o Monte Sião, em Jerusalém, onde Jesus pregou seus ensinamentos. A percepção foi dos primeiros seminaristas franciscanos que chegaram por aqui.”.
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Jacutinga, o lago, o vinho, a cachaça e o torresmo...

No mapa turístico divulgado aos turistas em Jacutinga há nada menos do que 33 atrações. Difícil escolher se não conhecer todas. Conhecida como capital da malha, pela força da FestMalhas no turismo de compras, que em 2026 está em sua 48ª edição e envolve cerca de 1.100 malharias neste negócio, a cidade seduz os visitantes com atrações diversas. Com destaque para o Lago Municipal, no Parque Primo Raphaelli, principal ponto de lazer ao ar livre e local de shows de rock. 
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A Igreja Matriz de Santo Antônio é um dos cartões-postais da cidade de 124 anos, que chama a atenção pela beleza dos vitrais, murais e entalhes na porta principal. Sem falar nas atrações da natureza, como o Pico da Forquilha, a Cachoeira do Bom Café e a Tirolesa de Jacutinga. 
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Igreja Matriz de Santo Antônio, em Jacutinga - Foto: Wikimedia CommonsO café não pode ficar de fora do roteiro, com destaque para Café Docema. Geraldo Docema, seu fundador há 15 anos e a terceira geração avisa: “Temos café especial de alta qualidade, arábico. É um café mais leve, frutado, com torra clara. Colhemos e fazemos todo o processo em um sítio de 20 hectares. São mais de mil sacas ao ano. Na linha, trabalhamos com o café moído tradicional e em grão. Uma colheita por ano, com preço no quilo de R$ 100 o premium, R$ 50 o gourmet e R$ 35 o tradicional”. 
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Jacutinga também tem vinícolas, sendo a Pioli a mais reconhecida e presente no roteiro de enoturismo. E há novas marcas chegando, com outra proposta. A Rastelli Vineyard é uma vinícola boutique, fundada em 2019, com a missão de produzir rótulos de classe com o terroir da Serra da Mantiqueira. Sua produção é do chamado vinho de inverno, com foco do Syrah, com Juliana Rastelli no comando. Aliás, na região conhecida como Serra dos Encontros, na divisa entre Minas Gerais e São Paulo, cerca de 100 projetos de vinícolas em um raio de 100 quilômetros e investimentos privados estimados em mais de R$ 1 bilhão ganham mercado. E o avanço dos vinhos de inverno no Sul de Minas tem forte base científica e tecnológica no estado, com a técnica da dupla poda, que permite deslocar a colheita das uvas para o inverno.
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Para quem prefere a cachaça, não deixem de experimentar a cachaça do Alambique Du Xico, tradicional e com sabores variados, como a Cachaça Gabriela Cravo e Canela, com toque de canela. 

E tem ainda a pamonha em Jacutinga, famosa pela tradição familiar e artesanal de décadas. E não há como escapar de uma visita ao Restaurante Tijoleiro que, desde 1987 com seu estilo rústico-elegante, é referência pelas porções de torresmo crocante e a linguiça que atrai clientes do Brasil todo. “O torresmo cortado em tiras, rústico, mineiro, é o carro-chefe, além da leitoa à pururuca assada ou frita e à passarinho. Hoje, vendemos mais de 600 kg por mês de torresmo e de 100 kg a 200 kg de leitoa por mês. E tem ainda linguiça caseira. Todos podem comer no restaurante ou encomendar e levar para casa”, conta Victor Manoel Ramos, gerente de marketing do Tijoleiro.  

Para confirmar o DNA da malharia, vale conhecer dona Neusa Maria Pioli Nicoletti, de 69 anos, que começou a trabalhar com malharia aos 15 anos, utilizando uma máquina manual e evoluindo até máquinas importadas. Proprietária da Malharia Cinthia, tem na calça fusô sua peça mais tradicional, procurada pelas clientes até hoje. O trabalho na malharia sustentou a família e permitiu a formação de suas filhas: Cinthia, fisioterapeuta, e Fabiana, advogada, que também atua na empresa.
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Borda da Mata e os pijamas 

Conhecida como a Capital Nacional do Pijama, Borda da Mata, também se destaca pela   tradição têxtil na produção de artigos de cama, mesa, banho e decoração, que conquistam mercados em todo o país. Além dessa vocação, a cidade encanta visitantes com a autêntica gastronomia mineira, com destaque para o feijão tropeiro, o frango com quiabo e o tradicional doce de leite e a goiabada artesanal.
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O patrimônio histórico e religioso é um atrativo, com destaque para a Basílica Nossa Senhora do Carmo, importante centro de fé. Borda da Mata integra a rota de turismo religioso, como o Caminho da Fé e o Caminho da Prece, recebendo peregrinos de diversas regiões. Completando seu charme, a histórica Estação Ferroviária preserva a memória e a identidade cultural de uma cidade que une tradição, espiritualidade e hospitalidade.
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Ouro Fino, Inconfidentes e Albertina

Mais três cidades do Sul de Minas, que fazem parte do Circuito das Malhas, revelam ao visitante experiências únicas. Ouro Fino, Inconfidentes e Albertina formam um roteiro com atrações capazes de surpreender quem busca conhecer o lado mais autêntico do interior mineiro. Em Ouro Fino, a fé e a cultura popular caminham lado a lado. Conhecida por integrar o circuito de peregrinação rumo ao Santuário de Aparecida, a cidade recebe visitantes atraídos pela Igreja Matriz de São Francisco de Paula, um dos seus símbolos. Mas é impossível falar da cidade sem lembrar de uma das músicas sertanejas mais emblemáticas do Brasil. Os monumentos do Menino da Porteira e do Boi Sem Coração eternizam a narrativa da canção composta por Teddy Vieira e Luís Raimundo, em 1955, e consagrada nacionalmente na voz de Sérgio Reis, em 1973. O local se transformou em parada obrigatória para fãs da música sertaneja e curiosos que desejam conhecer de perto a história por trás da famosa canção.
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Seguindo viagem, Inconfidentes revela uma identidade criativa que a tornou conhecida como a Capital Nacional do Crochê. Os visitantes se encantam com as famosas “Árvores de Crochê”, instaladas na Avenida Alvarenga Peixoto. A intervenção artística transforma o espaço urbano e une tradição artesanal e expressão cultural. Para quem aprecia o contato com a natureza, a cidade oferece trilhas e cachoeiras. Entre os destaques está o Mirante Torre do Monjolinho, ponto privilegiado para contemplar as montanhas que desenham o horizonte da região.
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Já Albertina conquista pela simplicidade. Cachoeira da Saudade, com águas cristalinas, é considerada um dos maiores tesouros do município. A tradição religiosa marca a identidade local, especialmente por meio da devoção ao Senhor Bom Jesus, padroeiro da cidade. O calendário turístico entrega ainda eventos como a Festa do Café e a tradicional Cavalgada, que celebram as raízes rurais e a hospitalidade mineira. Para completar a experiência, o Mirante do Cristo, localizado a cerca de 1.300 metros de altitude, oferece uma vista panorâmica e momentos de contemplação. 
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O roteiro foi dado. Agora, é escolher. Um convite irresistível para descobrir outros lugares de Minas além dos tradicionais. O Sul de Minas tem seu jeito inconfundível de acolher e receber os visitantes e, assim, se consolida como um dos destinos de inverno mais surpreendentes e revela a alma mineira. Vale conferir. 
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Mais informações
  1. Monte Sião 
  2. Jacutinga 
  3. Borda da Mata 
  4. Ouro Fino 
  5. Inconfidentes 
  6. Albertina
Governo aposta e incentiva o inverno em Minas, que ganha turista a cada temporada

O Governo de Minas, por meio da Secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), tem entre suas iniciativas para promoção do turismo no estado a campanha “Inverno em Minas 2026”, já em sua terceira edição. E o Sul de Minas, com as feiras de malha e tricô, a FestMalhas e Fenat, em Jacutinga e Monte Sião, respectivamente, são chamarizes para descobrir todo o potencial turístico da região. Neste ano, com o conceito “Minas: o inverno mais acolhedor do Brasil”, a missão segue promovendo os territórios mineiros e os roteiros ligados à hospitalidade, à gastronomia, ao turismo rural, às cidades históricas, aos festivais culturais e às experiências de natureza e bem-estar.
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O resultado é comemorado e os números confirmam. Em 2024, foram cadastrados 267 eventos em 136 municípios. Em 2025, o total chegou a 298 eventos distribuídos em 165 cidades, o que representa crescimento de 11,6% no número de eventos e de 21,3% no número de municípios participantes. Para 2026, a perspectiva é alcançar cerca de 350 eventos e mobilizar aproximadamente 300 municípios mineiros. A programação oficial segue com cadastro aberto até 31/08 no portal Minas Gerais (https://www.minasgerais.com.br/pt). 
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A edição de 2026 do Inverno em Minas foi lançada em Monte Verde, na Serra da Mantiqueira. Para o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, lembra que “quando criamos o Inverno em Minas, em 2024, tínhamos a convicção de que o inverno poderia se tornar uma grande temporada turística para o estado. Estamos na terceira edição e os resultados começam a aparecer. Minas está atraindo mais visitantes, ganhando visibilidade nacional e movimentando sua economia a partir da força de seus territórios, de sua cultura, de sua gastronomia e de sua hospitalidade”, destaca. 
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Atrações
  1. Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, em Monte Sião: foi o primeiro santuário do Brasil dedicado a essa devoção, que tem origem em Paris, na França. A capela foi construída em 1849 e elevada a santuário em 1999. Rica pela arquitetura e afrescos, é tocante visitar a sala de graças. Contato: @santuariomedalhamilagrosams
  2. Porcelana Monte Sião, em Monte Sião: com fabricação aberta à visitação, é marca registrada da cidade e famosa no Brasil. É a única fábrica do país a produzir peças com pinturas feitas à mão, somente em azul e branco. E tem como marca as flores. Contato: @porcelanamontesiaooficial 
  3. Museu Histórico e Geográfico, em Monte Sião: fundado em 1985, atrai turistas que desejam saber mais sobre a cultura e tradições da região. Destaque para carros antigos e a única réplica artificial da caverna Minas Gerais. Contato: (35) 3465-2467
  4. Praça Central Pref. Mário Zucato, em Monte Sião: como atrativo seu jardim, inaugurado em 1941, ornamentado com topiarias vivas como os jardins franceses; cercado de lojas, restaurantes, sorveterias, cafés, é onde a cidade pulsa.
  5. Receptivo Turístico, em Monte Sião: criado para receber os turistas e ser um ponto de informação, é um ônibus revestido de tricô que muda de roupagem a cada estação. Contato: https://www.montesiao.tur.br/receptivo-turistico#:~:text=Convidamos a,@gmail.com
  6. Polo da moda Dona Antonieta, em Monte Sião: centro atacadista com dezenas de fábricas e mais de 100 lojas que oferecem diferentes tendências. Contato: @polodamodantonieta
  7. Queijo Eliane, em Monte Sião: queijos de fabricação própria há mais de 30 anos. Contato: @casa.de.queijos.eliane
  8. Queijos da Sônia, em Monte Sião: desde 1954 fabrica queijos e doces. Contato: @queijosonia
  9. Sorveteria Marajó, em Monte Sião: sorvetes artesanais e naturais fabricados desde 1956, com destaque para o de arroz doce, tradicional na região. Contato: https://www.instagram.com/sorveteriamarajo/
  10. Gabriela Morais Tricot, em Monte Sião: com fabricação própria, desde 2011 desenvolve design autoral em tricô, mais de 3 milhões de peças vendidas pelo mundo. Contato:@gabrielamoraistricot
  11. Caminho da Prece, em Jacutinga: com marco inicial e sede na antiga Estação Ferroviária, o caminho percorre 71km na companhia de uma natureza exuberante. Contato: https://www.caminhodaprece.com.br/
  12. Alambique Du Xico, em Jacutinga: onde o turista pode conhecer o processo de fabricação da cachaça e sabores variados. Contato: @cachaca_duxico
  13. Pico da Forquilha, em Jacutinga: vista panorâmica em 360º e trilha de 2 mil metros para contemplar a beleza entre o leste paulista e o sul de Minas Gerais. Contato: (35) 99747-9643
  14. Estância Mantiqueira, em Jacutinga: na Serra da Mantiqueira, um reduto com fauna e flora, animais exóticos, gastronomia serrana e produtos variados. Contato: https://www.instagram.com/estanciamantiqueira/reels/
  15. Tirolesa da Jacutinga, em Jacutinga: ao final da tirolesa, uma piscina natural de quartzo verde com propriedades terapêuticas, além de vista do Bom Café, que fica numa altura de 1000 metros e cultiva cafés especiais. Contato: https://www.instagram.com/tirolesadejacutinga/

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