Para 2026, o IPTU terá reajuste de 4,41%, percentual inferior ao aplicado no ano anterior, quando o índice foi de 4,71%. Quem optar pelo pagamento até o dia 30 de janeiro terá direito a desconto de 7%, válido para qualquer opção de parcelamento indicada na guia, do mínimo de duas ao máximo de 11 parcelas.
. As guias físicas também serão enviadas aos endereços dos contribuintes ao longo da primeira quinzena de janeiro. Já o parcelamento poderá ser feito em até 11 parcelas mensais e consecutivas, com vencimento sempre no dia 15 de cada mês.
. O reajuste aplicado corresponde ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-e), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O mesmo indicador foi utilizado para o cálculo do IPTU de 2025.
. “É importante frisar que não haverá aumento real do IPTU cobrado de cada imóvel. O valor do tributo será reajustado conforme o IPCA-e calculado pelo IBGE, seguindo a legislação municipal em vigor nos últimos anos”, afirma o secretário municipal de Fazenda, Pedro Meneguetti.
. Atualmente, Belo Horizonte conta com cerca de 876 mil imóveis cadastrados. Deste total, o lançamento do IPTU 2026 será feito para aproximadamente 788 mil propriedades. Os outros 88 mil imóveis estão isentos da cobrança por conta de desonerações integrais previstas em lei.
O valor total lançado com IPTU e taxas para 2026 é de R$ 2,83 bilhões. A expectativa da Prefeitura é alcançar uma adimplência de 84%, o que representaria uma arrecadação estimada em R$ 2,38 bilhões. “Metade do montante lançado deve ser quitado em janeiro, com os pagamentos antecipados”, explica Meneguetti.