O índice de recomendação para amigos e familiares também alcançou 9,8, enquanto os quesitos conforto e bem-estar e qualidade do serviço dos guias de turismo registraram 9,7 cada. O levantamento foi realizado entre os dias 10 e 25 de janeiro, com 266 participantes que embarcaram nos passeios.
. Retomada em 27 de dezembro, a navegação turística já contabiliza cerca de 50 viagens, que atenderam aproximadamente 1.240 passageiros. A atividade acontece a bordo do Capivarã, embarcação do tipo catamarã equipada com tripulação especializada e acompanhamento de guia de turismo, oferecendo uma leitura histórica e cultural do Conjunto Moderno da Pampulha a partir da lagoa.
. Entre os aspectos mais valorizados pelo público, a própria navegação foi apontada como o principal destaque por 46% dos participantes. As explicações dos guias aparecem em seguida, mencionadas por 27,4% dos entrevistados, enquanto 20,3% destacaram a possibilidade de observar os atrativos da Pampulha sob uma nova perspectiva, diretamente das águas.
. O perfil do público é majoritariamente feminino (55,3%), com participação masculina de 39,6%. A maior parte dos passageiros é formada por moradores de Belo Horizonte (65%) e da Região Metropolitana (24,1%), além de visitantes do interior de Minas Gerais e de outros estados, que juntos representam 19,9%. A média de idade dos participantes é de cerca de 37 anos.
. Os passeios acontecem de quinta a domingo, com três saídas diárias. Os ingressos são gratuitos e disponibilizados semanalmente, às terças-feiras, a partir das 12h, pela plataforma Sympla, com limite de até dois ingressos por CPF. Cada saída oferece 24 vagas. As viagens podem ser canceladas em função das condições meteorológicas, decisão que cabe exclusivamente ao comandante da embarcação e é tomada minutos antes do embarque.
A retomada da navegação turística foi anunciada em maio do ano passado, durante as comemorações dos 82 anos do Conjunto Moderno da Pampulha. No último dia 13, a Prefeitura de Belo Horizonte e a Marinha do Brasil assinaram um protocolo de intenções para cooperação técnica, por meio da Capitania Fluvial de Minas Gerais, com foco na fiscalização do tráfego de embarcações e equipamentos náuticos na lagoa.