Revista Encontro

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Rodoviária de BH passa a integrar o Circuito Liberdade

Anúncio foi feito nesta terça-feira (14), durante evento realizado no auditório do terminal

Da redação
Com a inclusão, o terminal passa a ser também um ponto de difusão cultural e turística - Foto: Acervo Codemge / Pedro Gravatá
A rodoviária de Belo Horizonte passou a integrar o Circuito Liberdade, ampliando o papel do terminal para além da mobilidade urbana. O anúncio foi feito nesta terça-feira (14), durante evento realizado no auditório do próprio espaço.
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Com a inclusão, o terminal passa a ser também um ponto de difusão cultural e turística. Segundo Lucas Amorim, coordenador executivo do Circuito, a iniciativa reforça a conexão entre diferentes áreas. “A entrada da rodoviária no Circuito Liberdade é uma alegria muito grande para todos nós. Primeiro por celebrar a transversalidade entre as duas pastas: entre a cultura e o turismo, mas também por estarmos agora tendo a oportunidade de utilizar a rodoviária como esse grande cartão postal”, afirma em vídeo publicado nas redes sociais.
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A programação cultural já começou a ganhar forma. O Cine Carduni iniciou sessões gratuitas de curtas-metragens, e a expectativa é de ampliação com atrações de teatro, música e outras experiências artísticas. A proposta é transformar o espaço em uma vitrine da produção cultural da cidade.
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Para Yuri Mesquita, presidente da Fundação Clóvis Salgado, a rodoviária assume papel estratégico na recepção de visitantes. “A rodoviária, por ser um prédio tão representativo para todos os mineiros e todas as mineiras, um patrimônio de Belo Horizonte, vai ser o cartão de visitas do Circuito Liberdade”, destaca Mesquita, pontuando que o espaço será o ponto de partida para que outras pessoas queiram conhecer, também, os outros equipamentos culturais integrantes do projeto. 
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A iniciativa ocorre no mesmo ano em que o terminal completa 55 anos — marco que coincide com o aniversário do Palácio das Artes, um dos principais equipamentos culturais da capital.

De acordo com Vanessa Costa, diretora executiva da Terminais BH, a mudança amplia o alcance das ações culturais. “A gente sabe que atende um público enorme diariamente e trazer para esse público a possibilidade de conhecer o que é o Circuito Liberdade, o que Belo Horizonte tem para mostrar, seja para o turista seja para o próprio belo-horizontino, é extremamente gratificante. Fazer parte desse circuito é mostrar aquilo que temos de melhor na área da cultura”, conclui.

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