Segundo a empresa, o faturamento cresceu 36 vezes entre 2024 e 2025, movimento que impulsionou a necessidade de reorganizar a cadeia produtiva e ampliar a distribuição nacional.
Do total investido, cerca de 75% foram destinados à reestruturação e ao aumento da capacidade de produção. A proposta é consolidar um modelo integrado que contempla todas as etapas, da colheita ao envase, com ganho operacional estimado em 20% no aproveitamento da cana-de-açúcar e melhoria na rastreabilidade do processo.
. Os outros 25% do investimento foram direcionados para ações comerciais e de visibilidade da marca. Entre as iniciativas estão o apoio a ambulantes durante o Carnaval, fornecimento de materiais de ponto de venda, como abadás e guarda-sóis, e a adoção de copos sustentáveis produzidos com fibra de coco.
. A estratégia também busca ampliar a presença da marca fora de Belo Horizonte, com entrada em redes varejistas, como a OXXO, em São Paulo, além da expansão para os mercados do Rio de Janeiro e de Manaus.
. Reformulação
Como parte do reposicionamento para o período carnavalesco, a empresa reformulou a bebida para torná-la mais leve e refrescante, sem alterar as características principais do produto. A composição segue baseada em caldo de cana natural, cachaça de alambique e limão, mantendo o teor alcoólico de 6,5%.
A mudança, segundo a marca, foi motivada por demandas observadas entre consumidores que buscam bebidas mais leves para consumo prolongado em blocos de rua e eventos ao ar livre. "O Carnaval é o nosso grande palco. Estamos transformando a complexidade logística em um diferencial competitivo, entregando uma bebida pronta para acompanhar o ritmo da rua com a mesma qualidade de um produto artesanal", destaca Sthella Gomes Lima, fundadora da marca.