Revista Encontro

Economia

Produtos de Páscoa ficam mais caros em 2026, aponta Ipead

Ovos de chocolate sobem 14,6%, acima da inflação; pesquisa indica alta também no bacalhau e outros itens

Da redação
O estudo também indica maior variação de preços entre marcas e estabelecimentos: a dispersão chegou a 74%, ante 53% no ano anterior - Foto: Freepik
Os produtos típicos da Páscoa ficaram mais caros em 2026, segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead/UFMG). A pesquisa aponta aumento nos preços de itens como ovos de chocolate, peixes e outros itens tradicionais consumidos no período.
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O preço médio dos ovos de Páscoa chegou a R$ 68,68, com alta de 14,60% em relação a 2025 — percentual bem acima da inflação medida pelo IPCA no período, de 3,40%. O estudo também indica maior variação de preços entre marcas e estabelecimentos: a dispersão chegou a 74%, ante 53% no ano anterior.
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Entre as marcas analisadas, a Lacta apresentou a maior alta, de 16,17%, enquanto a Nestlé teve a menor variação, com 11,39%.

Os peixes também registraram aumento. O preço médio do bacalhau subiu 16,43%, enquanto outros tipos de peixe tiveram alta de 4,73%. A maior variação foi observada na posta de surubim fresco, que teve aumento de 33,03%.

Além disso, outros produtos típicos da época também ficaram mais caros. O chocolate em barra apresentou a maior alta, de 17,82%. Por outro lado, o azeite de oliva registrou queda de 26,26%, 

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