No fim das contas, Copa do Mundo e gastronomia compartilham algo muito especial, a memória. Todo torcedor lembra onde viu um gol histórico. E quase sempre lembra também o que estava comendo naquele momento. Por aqui, são churrascos na casa dos amigos, petiscos em bares ou um almoço que reúne toda a rapaziada do trabalho. Talvez seja por isso que futebol e comida funcionem tão bem juntos - ambos têm o poder raro de reunir pessoas ao redor da emoção.
. A seguir, confira uma seleção de restaurantes que oferecem comida dos vencedores da Copa para ir entrando no clima. E como jogo bom tem direito a “tempo extra”, por aqui também demos uma espécie de acréscimo regulamentar, com seleções que, apesar de ainda não ostentarem nenhum título, batem um bolão - nos gramados e nas mesas.
. Brasil
Quando levantou a taça: 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002
O Brasil joga como sua própria cozinha: mistura, improviso e criatividade. Do feijão tropeiro mineiro à moqueca baiana, passando pelo churrasco gaúcho, o país transforma diversidade em identidade, exatamente como faz em campo. Ingredientes como mandioca, milho, feijão e pimenta formam uma culinária tão plural quanto o futebol brasileiro. Para 2026, a expectativa gira em torno da tentativa de encerrar o jejum que dura desde o pentacampeonato de 2002.
. Onde ir: Pátria Cozinha do Brasil (Av. Celso Porfírio Machado, 1.520, Belvedere)
Localizado no Belvedere, o restaurante nasceu da parceria entre o chef Gabriel Trillo e o empresário Daniel Roberti. A ideia central foi criar uma casa dedicada à culinária brasileira, com leitura contemporânea e uso de insumos pouco explorados. “O que mais caracteriza a cozinha brasileira é a multiplicidade de ingredientes e variedade de pratos em cada estado. Somos plurais. Em cada esquina temos uma comida diferente”, diz Gabriel, que acredita que o que une todas as regiões é o tempero. “Não dá para faltar alho e cebola.”
. O menu passeia pelas cinco regiões do Brasil, reinterpretando pratos tradicionais com técnica de alta gastronomia. “Uma das receitas mais tradicionais é o lombo de pirarucu com purê de banana-da-terra e castanha-do-Pará”, afirma o chef. Entre as criações, aparecem preparos como Camarão caiçara e risoto de moqueca (R$ 139) e o Costelão gaúcho prensado com nhoque na manteiga de sálvia (R$ 96). E, claro, não poderia faltar o corte mais brasileiros dos brasileiros: Picanha (R$ 139), servida com farofa, batata frita, arroz e vinagrete. Para a sobremesa, o melhor pedido é a Régua de quitutes brasileiros (R$ 39), que vem com brigadeiro de colher, pudim, quindim, cajuzinho, beijinho e cocada.
. Argentina
A Argentina joga, e come, com intensidade. Tricampeã mundial, a seleção leva para o futebol a mesma paixão presente nas parrillas portenhas. O asado, ritual nacional, talvez seja o equivalente gastronômico de uma final de Copa: longo, coletivo e emocional. Empanadas, provoleta, dulce de leche e vinhos completam o cardápio de um país que trata futebol quase como religião. Este ano, os hermanos ainda se despedem de Messi, um símbolo do esporte em todo o mundo.
. Onde ir: Bodegón Pardim (Rua Espírito Santo, 1.496, Savassi)
Em 2023, Lucas Pardim entrou em contato com o chef Kiki Ferrari (morto em 2024) para fazer algo diferente de tudo o que existia em BH. “Quebramos a cabeça e pesquisamos por dias o que poderia ser fora do comum em um lugar com botecos de todos os estilos. No dia que íamos decidir, era uma quarta-feira, anunciaram que teria um voo direto daqui para Buenos Aires”, lembra Lucas. Foi o que eles precisavam para a decisão. Na Pampulha, montaram um lugar exclusivamente com a comida dos hermanos. Logo no início de funcionamento, com a morte de Kiki, Lucas resolveu parar com o projeto para se recuperar. No final de 2025, o Bodegón voltou, agora na Savassi, onde Lucas já tem a Cantina da Léia.
. Inspirada nos bodegones argentinos, casas simples, com comida farta e ambiente informal, o Bodegón Pardim aposta na grelha com cortes tradicionais do país vizinho. Entre os pratos mais pedidos, estão as empanadas que aparecem em cinco sabores, entre eles a Porteña de filé mignon (R$ 10) e Humita, de creme de milho (R$ 10). Já entre os principais, é a milanesa que faz a cabeça dos clientes. São quatro versões: a Caprese, muçarela, queijo de búfala, tomate e pesto de bacon; Bodegueira, muçarela, presunto, ovo, cebola, bacon crocante e cebolinha; Choripana, muçarela, calabresa, cebola, azeite e orégano; e Napolitana, muçarela, tomate, manjericão e orégano. As milas (milanesas) são servidas em dois tamanhos, individual (R$ 65) e família (R$ 158). Na carta, são onze rótulos de vinhos, de várias regiões produtoras da Argentina.
. Alemanha
A Alemanha leva para o futebol a mesma eficiência que aparece à mesa. Salsichas, chucrute, pretzels, batatas e cervejas artesanais traduzem uma culinária robusta e direta, sem excessos. Os alemães podem até não ter o glamour gastronômico de outros países europeus, mas costumam entregar consistência, algo que historicamente também aparece nas Copas.
. Onde ir: Hofbräuhaus (Avenida do Contorno, 7.613, Lourdes)
A casa traz para Belo Horizonte a tradição de uma das cervejarias mais antigas do mundo, fundada em Munique, na Alemanha, no século XVI. E a mineira é a primeira unidade na América Latina. Instalada desde 2017 na Avenida do Contorno, a Hofbräuhaus oferece um ambiente festivo, inspirado nas biergartens bávaras, com música e chope fresco.
. No menu, a proposta é a culinária alemã tradicional. “A maior característica da cozinha alemã é o conforto. Os pratos costumam valorizar assados, cozidos, fermentados e defumados, equilibrando sabores entre carnes, molhos, batatas, repolhos e cerveja”, explica Bruno Vinhas, proprietário da franquia em BH. Entre os pratos mais característicos está o Schweinshaxe (R$ 189, para duas pessoas), joelho de porco, legumes, salada de batata, chucrute e molho de cerveja. “Ele representa muito bem a cozinha Baviera com a carne suína preparada lentamente, casquinha crocante e acompanhamentos clássicos como chucrute, batatas e mostarda”, diz.
. Para abrir o apetite, o croquete (R$ 54,00) é preparado com costela assada lentamente por seis horas e vem acompanhado da maionese da casa. No cardápio, há uma seção dedicada a salsichas e linguiças com cinco diferentes opções, como o Weisswurst, tradicional salsicha branca alemã com salsa, carne bovina e suína, grelhada e servida com pretzel e mostarda adocicada (R$ 59). E para fechar, a clássica Apfelstrudel, massa folhada crocante, recheada com maças levemente caramelizadas e toque de canela, servida morna com chantilly (R$ 59,50).
. França
Poucas seleções conseguem unir futebol e gastronomia tão bem. Bicampeã mundial, a seleção francesa joga com refinamento técnico enquanto o país segue como referência na alta gastronomia. Croissants, queijos, vinhos, cassoulet e molhos clássicos fazem do país um símbolo do savoir-faire culinário. Em 2026, os franceses aparecem novamente entre os principais favoritos, embalados por uma geração estrelada por Kylian Mbappé.
. Onde ir: Taste-Vin (Rua Curitiba, 2.105, Lourdes)
É o restaurante mais francês de toda a capital há quase 40 anos. O Taste-Vin funciona em uma casa charmosa em Lourdes, que transpira o charme dos bistrôs parisienses. Comandada pelo chef e restaurateur Rodrigo Fonseca, a casa preza pelas receitas clássicas. “A cozinha francesa é marcada pela utilização de técnicas precisas na confecção dos pratos. Técnicas essas que foram sendo aperfeiçoadas ao longo dos séculos”, explica Rodrigo, que faz questão de ressaltar que isso vem de um “sentimento” de quem se dedica a essa culinária há décadas e não dos ensinamentos de uma escola formal. Para ele, o seu prato preferido no menu é o verdadeiro símbolo da cozinha francesa. “Estive recentemente no país e o pato é muito presente. Por acaso, ou nem tanto, o nosso confit de canard é a minha carne favorita do cardápio”, diz. A coxa de pato confit (R$ 129) pode vir com três molhos diferentes: Sauce mûre et salade verte, molho de amora com salada verde; Sauce “diable” chutney tamarin, molho de pimenta dedo-de-moça e vinho com chutney de tamarindo e tâmaras; e à L’orange, poire glacée, molho de laranja, mel e especiarias e pera cozida.
. Os suflês são os símbolos do restaurante. Eles aparecem em doze sabores salgados e dois doces. Os mais famosos são o que leva o nome da casa, preparado com camarão, gruyère e cogumelos de Paris frescos (R$ 135); e o Mineiro, com surubim defumado e gruyère (R$ 119). Já os doces vêm nas versões banana com chocolate e preliné de amêndoas (R$ 46); e de chocolate (R$ 46).
. Já a carta de vinhos, que inspirou inclusive o nome do restaurante, continua sendo um dos pilares da experiência, reunindo rótulos nacionais e internacionais cuidadosamente selecionados pelo sommelier Denis Marconi.
. Uruguai
O bicampeão Uruguai é dono de uma cozinha tão ligada à carne quanto sua história está ligada à raça em campo. Pequeno no mapa, gigante na tradição, o país vive entre o chimichurri, as parrillas fumegantes e o clássico chivito.
. Onde ir: Pobre Juan (BR-356, 3.049, Loja 61, Piso Mariana, BH Shopping, Belvedere;
Av. Olegário Maciel, 1.600, Diamond Mall, Santo Agostinho)
Com duas unidades em Belo Horizonte, o Pobre Juan é uma casa especializada em cortes argentinos e uruguaios preparados na parrilla, técnica muito usada nos países vizinhos. “A cozinha uruguaia tem como essência o respeito absoluto ao ingrediente e ao fogo. É uma gastronomia que valoriza a excelência da carne, a precisão da parrilla e a sofisticação sem excessos”, explica o sócio Cristiano Melles.
. O Rio da Prata faz fronteira direta entre o sul da Argentina e o norte do Uruguai e a maior parte da carne é de origem de raças inglesas e vêm exatamente desses dois países. “Entre os pratos do cardápio, os grandes cortes preparados na parrilla, especialmente o bife Ancho representam de forma muito fiel essa herança do Rio da Prata”, completa Cristiano.
. O prato citado leva o nome da casa e consiste em um corte exclusivo, feito da capa do bife Ancho, extremamente suculento (R$ 206, 300 g). Há ainda na Seleção Especial, o Bife Ancho 200+ (R$ 298), gado uruguaio 100% Angus alimentado apenas com grãos por 200 dias, com cortes que alcançam alta nota de marmoreio. Esse último é servido com um acompanhamento, que pode variar entre Papas soufflé, Arroz biro-biro, Farofa Pobre Juan, Farofa de ovos, Panelinha de vegetais, Fritas ou Cebola assada.
. Além das carnes, a carta inclui entradas como steak tartare (R$ 105) e mini empanadas (R$ 66). Entre as sobremesas, os tradicionais churros com dulce de leche (R$ 47).
Espanha
A Espanha talvez tenha sido a seleção que mais transformou futebol em arte gastronômica. O tiki-taka espanhol lembra uma mesa de tapas com pequenos toques, compartilhamento e ritmo coletivo. Na cozinha, o país exibe uma das gastronomias mais vibrantes da Europa, com paella valenciana, jamón ibérico, tortilla espanhola, azeites e frutos do mar.
. Onde ir: Gata Gorda (Rua Levindo Lopes, 96 Savassi)
É uma bodega moderna, onde a chef Bruna Martins (Birosca e Florestal) passeia com humor pela gastronomia pop espanhola. O Gata Gorda abraça a cultura de tapas e pintxos, mas com liberdade para fusões com ingredientes brasileiros. O espaço é descontraído, vibrante e pensado para compartilhamento. A decoração vem cheia de cores, celebrando a sensualidade marcante na obra do cineasta Pedro Almodóvar, com um painel de azulejos antigos resgatados por Bruna em uma viagem ao Rio de Janeiro.
. O cardápio não segue rigidez de entrada-prato principal-sobremesa, mas sim uma lógica de pequenas porções para dividir, estimulando a experiência coletiva da mesa. “Não existe comida espanhola sem azeite, páprica, pimentões e tomates”, diz a chef, que se tivesse de eleger o que mais representa o país basco no cardápio seriam o Pan, tomaca e anchovas (R$ 30), como entrada; de principal, a Paella caldosa com camarão, lula, polvo e mexilhão (R$ 145, 1 pessoa, e 480, para 4 pessoas); e para fechar a refeição a Torta Basca com doce de leite (R$ 40).
. Na seção Tapas e Pintxos quentes, estão o croquete de pato (R$ 55) e o pastel de rabo de toro, fonduta de queijo e farofa de nachos (R$ 60). A cozinha também explora técnicas de brasa como é o caso do ancho Angus, roti de cogumelos e pirão de leite de grana padano (R$ 130).
. Inglaterra
A Inglaterra transformou o futebol em patrimônio cultural antes mesmo de transformá-lo em títulos. Afinal, foi ali que o esporte moderno ganhou suas regras e se profissionalizou. Em campo, os ingleses vivem há décadas a expectativa de repetir o feito da Copa conquistada em casa, em Wembley. O país tem pratos ligados à cultura popular e aos pubs, espaços tão sociais quanto os estádios. O tradicional fish and chips é o maior símbolo nacional, mas clássicos como shepherd’s pie, roast beef, tortas salgadas e o café da manhã inglês ajudam a contar a história de uma cozinha marcada pelo conforto.
. Onde ir: The Bridge Pub (Rua Timbiras, 834, Funcionários)
Pub grub é o termo para comidas reconfortantes, simples e tradicionais, ideais para compartilhamento servidas em pubs ingleses. “A gente queria ser a ponte entre Brasil e Inglaterra”, diz o proprietário Jonathan Veloso, que escolheu uma casa de mais de 120 anos para instalar o The Bridge Pub. Desde o início, em 2019, o bar apostou na paixão esportiva, principalmente pelo futebol, que move os ingleses. Por ali, os clientes podem assistir partidas de futebol, NBA e rugby em um telão de 125 polegadas.
. No menu, a casa aposta em uma culinária confort food. “É uma comida para petiscar enquanto se toma uma cerveja. Misturamos as referências britânicas com tempero mineiro”, diz Jonathan. Entre os destaques estão o clássico Fish and chips, peixe branco empanado, batata frita, molho de ervilha e aioli de limão (R$ 69). Outro prato que faz sucesso é o Molasses fire chicken, frango crocante mergulhado no molho de melaço apimentado (R$ 54,90). São oito tipos de hambúrgueres, entre eles o Pulled pork, carne de porco assada por 12 horas, regada com barbecue de goiabada e acompanhado de couve crispy servido no pão de sal (R$ 33,90).
. As cervejas são outro ponto central da experiência, com variedade de rótulos, todos mineiros. “A única exceção é a Guinness”, explica Veloso. A Session IPA sai por R$ 25, o copo com 570 ml. Já o chopp Irish Red Ale custa R$ 22, também com 570 ml. Na carta de drinques, o Brighton beach breeze é preparado com vodca, cravo, canela, gengibre, hortelã e suco de cranberry (R$ 37).
. Eles também batem um bolão (nos gramados e nas panelas)
Portugal
Alho, louro e azeite. “Essa base aromática é o que diferencia a culinária portuguesa”, diz a chef Flávia Baltazar, da tradicional Taberna Baltazar. O restaurante nasceu bairro Serra, primeiro como uma mercearia. Ao longo do tempo, foi se transformando em ponto de encontro de vizinhos e clientes fiéis. A cozinha ganhou protagonismo até dar origem ao restaurante como ele é hoje.
. O menu traz receitas clássicas, com destaque para o bacalhau em diferentes preparos. O Bolinho serve para abrir o apetite (R$ 55, com 10 unidades). Há ainda a Salada fria, com bacalhau desfiado, feijão fradinho, ovo de codorna e tomate cereja (R$ 56). Entre os principais, são seis que levam o peixe, inclusive o À Gomes Sá, bacalhau em lascas refogado no azeite, com alho, cebola, batata cozida e cubos e azeitona, servido com arroz branco, com alho ou brócolis (R$ 215,00). No último sábado do mês, tem Sardinha assada na brasa acompanhada de batatas ao murro, pimentões assados, azeitonas pretas e cebola roxa (R$ 59).
. Coreia do Sul
O Okinaki tem como base a culinária japonesa, mas não deixa de dialogar com outros países como China, Coreia, Vietnã e Tailândia. Seguindo o conceito de comida asiática de rua trabalhada com técnica, a casa aposta em pratos que podem ser compartilhados. “Os coreanos têm uma preocupação muito grande com o que é saudável, mais do que os outros países. Usam fermentados e sal de uma forma bem controlada”, diz o chef Guilherme Furtado. O óleo de gergelim é um ingrediente que aparece em todos os preparos. No menu, um prato que representa bem a Coreia é a porção de Kimchi (R$ 26), o fermentado de acelga picante é preparado na própria casa. O ingrediente também aparece no Bao de kimchi com queijos (R$ 31).
. Marrocos
Uma das coisas mais especiais do restaurante, instalado em um lindo jardim em Brumadinho, é o forno no meio do salão de onde saem os pães quentinhos. Com uma atmosfera familiar, Antônio Abrahão traz para a mesa pratos de países do Oriente Médio e Norte da África. O tagine é uma marca marroquina e consiste em um cozido de legumes e carne. Esse também é o nome da panela especial utilizada na sua confecção, feita normalmente de barro. No Ateliê do Abrahão ele aparece na versão cordeiro com damasco. “É uma comida em que existe a combinação de condimentos. O Ras el Hanot é uma mistura aromática em que cada loja e família tem a sua fórmula, que combinam centenas de especiarias e até insetos”, explica Antônio. Outra característica, é usar o limão conservado em sal, que dá um sabor diferente aos pratos.” O restaurante trabalha com um menu fixo, com entrada, prato principal e sobremesa (R$ 98). É preciso fazer reserva pelo (31) 99169 6598.
. México
Uma comida quente, vibrante, colorida. O México é conhecido por seus moles e pimentas. O cardápio da Morada Mexicana é centrado em preparos tradicionais da culinária mexicana com uma pegada acessível e bem servida. “É uma cozinha muito democrática, agrada a diferentes públicos porque trabalha com ingredientes frescos, simples e que têm uma proximidade com a comida brasileira”, diz a proprietária Carla Assumpção, que quando resolveu abrir o restaurante, em 2017, fez uma viagem ao país para entender mais sobre sua cultura alimentar. “A tortilla é o elemento central e, dependendo do preparo, ganha diferentes nomes e formatos”, explica. No restaurante, um dos pratos que melhor representa a culinária mexicana são as Fajitas (R$ 120), servidas com tortillas de milho ou trigo com diferentes acompanhamentos para que cada cliente monte seu taco à mesa. A escolha fica entre as carnes desfiadas, frango, couve-flor ou cogumelos e os complementos são 10 tortillas de milho, seis tortillas de trigo, frijoles refritos, guacamole, pico de gallo, muçarela ralada, creme azedo, alface e molho de pimenta.