Você acha que o tempo está passando mais rápido?

Pois é, estudos recentes dizem que você pode estar certo, já que um dia, hoje, duraria 16 horas

por João Paulo Martins 30/06/2016 10:51

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Segundo uma linha de pesquisa científica iniciada nos anos 2000, a mudança na frequência com que o campo magnético da Terra "pulsa" teria alterado a percepção de tempo dos seres humanos (foto: Pixabay)
Você costuma dizer que o tempo está passando mais rápido? Apesar de ainda não existir uma resposta científica para essa observação, que, normalmente, é associada a uma questão psicológica, alguns estudos em andamento no mundo estão usando a chamada ressonância schumann para tentar comprovar a suposta aceleração da passagem de tempo.

Essa ressonância, descoberta pelo físico alemão Winfried Otto Schumann, então professor da Universidade Técnica de Munique, em 1952, diz que o campo magnético gerado pelo núcleo da Terra "pulsa" numa frequência padronizada de 7,83 Hz (hertz) na atmosfera, entre a crosta e a ionosfera – a 100 km de altitude. Esse "batimento" seria responsável até pela manutenção da vida no planeta. Segundo os cientistas, até os pulsos elétricos de nosso cérebro, por exemplo, funcionariam na frequência de 7,83 Hz.

Porém, como mostra o jornal argentino Diário Registrado, de Buenos Aires, estudos feitos em todo o mundo desde os anos 2000 mostram que a partir dos anos 1980 teria havido um aumento na frequência da ressonância schumann. Ela, supostamente, teria chegado a 12 Hz nos anos 1990. Com isso, várias mudanças passaram a ocorrer na Terra, incluindo problemas climáticos e de comportamento dos seres vivos. Os humanos, por exemplo, teriam começado a perceber a passagem do tempo de forma mais rápida.

Na verdade, a percepção da passagem de tempo mudou tanto, segundo o jornal Diário Registrado, que o dia não seria mais formado por 24 horas, e sim, por apenas 16.

Além disso, um estudo de 2009, publicado no periódico científico Biomedicine & Pharmacotherapy, diz que a ressonância schumann seria um mecanismo biofísico plausível, ou seja, a ação do campo magnético da Terra poderia, sim, ter um efeito sobre a saúde das pessoas. A frequência gerada pela ressonância atuaria sobre os pulsos elétricos do cérebro, controlando a liberação dos neurotransmissores serotonina e melatonina – são substâncias que atuam no humor e no controle do sono dos seres humanos.

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