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Estado de Minas CELEBRIDADES

Novas imagens do Romário, muito magro, assustam fãs

O senador e ex-craque da Seleção Brasileira fez uma cirurgia polêmica que o fez perder 10 kg em 45 dias


postado em 24/01/2017 15:33

Como o portal da Encontro noticiou anteriormente, muitos fãs do ex-jogador Romário, atualmente senador pelo Rio de Janeiro, ficaram assustados ao ver que ele estava muito magro quando participou do evento Desafio das Estrelas de Futvôlei, realizado no início de janeiro na capital fluminense. A aparência tem uma explicação: ele se subsmeteu a uma cirurgia experimental polêmica, chamada interposição ileal, que é realizada pelo médico goiano Áureo Ludovico de Paula. Em 45 dias, o ex-craque da Seleção Brasileira perdeu 10 kg. Porém, novas fotos do ex-atleta, nas quais aparece ainda mais magro, deixaram os internautas espantados.

"Olha o Romário como tá [sic] diferente", comenta Vinisiuscarvalho no Instagram. "Que cirurgia é essa?", questiona Glaucesaraiva. "Nossa, se não tivesse o nome dele, eu nunca saberia que esse é o Romário", se espanta a internauta Ceciliadealmeida. "Melhoras, que Deus restitua sua saúde", diz Janainah.goncalves. "Alguém sabe se [ele] tá [sic] doente?", estranha a usuária Leyde_ct. "Existe o fenômeno [Ronaldo], o imperador [Adriano], o extraterrestre... Mas, esse aí, amigo, esse é o Romário", brinca Vicoutinho81. "Eu ia dizer que ele tava [sic] em forma, mas, tá [sic] mais magro que me lembro", comenta Guiga_lanche.

Em entrevista recente para o programa Globo Esporte, da Rede Globo, Romário revelou que fez o procedimento como forma de "tratar" o diabetes tipo 2. "Minha [sic] diabetes chegou a 400, então, eu decidi fazer essa cirurgia com o doutor Ludovico. Perdi uns 10 kg. Estava com quase 80 e, hoje, estou com 70", afirma o eterno "Baixinho". Porém, esse tipo de cirurgia, parecida com a bariátrica, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia, não é recomendada para pessoas com IMC (Índice de Massa Corporal) abaixo de 35, como é o caso do Romário, que mede 1,69 m e estava pesando quase 80 kg antes do procedimento – ou seja, tinha um IMC de 28.

Na interposição ileal, além da redução do estômago do paciente, é feita também a transposição do íleo, órgão que fica no final do intestino delgado, para o duodeno. Com isso, de acordo com o endocrinologista Áureo Ludovico, criador do método, os alimentos que saem do estômago induzem o íleo transplantado a produzir o hormônio GLP-1. Esta substância, por sua vez, é responsável por fazer o pâncreas secretar mais insulina, o que ajudaria no controle da quantidade de glicose presente no sangue.

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