IBGE: BH, São Paulo e Rio representam 28% das áreas urbanas do Brasil

A capital mineira registra 756,6 km² de concentração urbana

por Encontro Digital 27/07/2017 16:59

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Flickr/PBH/Breno Pataro/Divulgação
Segundo o IBGE, dos 15.167,4 km² de área urbana no Brasil, 28% se encontram em três cidades: São Paulo (2.012,2 km²), Rio de Janeiro (1.505,6 km²) e Belo Horizonte (756,6 km²) (foto: Flickr/PBH/Breno Pataro/Divulgação)
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta, dia 27 de julho, a publicação Áreas Urbanizadas do Brasil 2015, um novo estudo que apresenta o estágio atual da urbanização brasileira com os primeiros resultados referentes às áreas urbanizadas em cidades com população acima de 300 mil habitantes, além dos municípios de Palmas (TO) e Boa Vista (RR).

Entre outras constatações, a publicação mostra, por exemplo, que dos 15.167,4 km² de área mapeada pelo IBGE, 28% se encontram em três "concentrações urbanas": São Paulo, que responde por 2.012,2 km²; Rio de Janeiro (1.505,6 km²); e Belo Horizonte (756,6 km²).

O estudo, uma atualização do projeto original de 2005, traz mudanças de metodologia por conta da evolução das imagens de satélite e, segundo o IBGE, apresenta delimitações das áreas urbanizadas das 63 concentrações urbanas brasileiras com população acima de 300 mil habitantes, além de Palmas e Boa Vista.

Segundo o levantamento, dos 15.167,4 km² da área mapeada pela pesquisa, 13% estão localizadas na concentração urbana de São Paulo, seguida de Rio de Janeiro (10%) e Belo Horizonte (5%). Das 15 maiores concentrações urbanas, de acordo com suas áreas urbanizadas, apenas duas não são capitais: Campinas (SP), com a oitava maior área urbanizada, e São José dos Campos (SP), na 12ª colocação.

Pedro Henrique Braga, coordenador do projeto, destaca que duas cidades com as mesmas características ambientais e populações equivalentes podem crescer de formas completamente diferentes.

Segundo ele, na publicação online, o IBGE traça um panorama do processo de urbanização do país, que pode ser usado para mensurar a sustentabilidade das cidades. "Verificamos que a dinâmica populacional de cada cidade influencia seu crescimento de forma mais profunda do que o relevo", comenta o coordenador.

A finalidade do estudo, segundo Pedro Braga, "é o de acompanhar as tendências de crescimento das cidades, como e para onde cada uma se expande". Ele ressalta, ainda, que "no futuro, desenvolveremos [o IBGE] uma metodologia que permita que os dados geográficos dialoguem com as informações demográficas obtidas nas pesquisas domiciliares, como o Censo. Essa correlação irá nos ajudar a compreender melhor a dinâmica populacional urbana".

(com Agência Brasil)

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