População brasileira passará de 230 milhões em 2047

A projeção faz parte de estudo divulgado pelo IBGE

por Encontro Digital 25/07/2018 12:57

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(foto: Pixabay)
Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta, dia 25 de julho, a população do Brasil vai continuar em crescimento até atingir 233,2 milhões de pessoas em 2047. A partir de então, entrará em declínio gradual chegando a 228,3 milhões em 2060.

Antes de 2048, 12 estados (Piauí, Bahia, Rio Grande do Sul, Alagoas, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Maranhão, Paraná e Rio Grande do Norte) deverão ter redução na população. Segundo o IBGE, a principal característica dessas unidades da federação é o saldo migratório negativo. No limite da projeção em 2060, oito estados (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Amapá, Roraima, Amazonas e Acre) não terão queda nas suas populações. O IBGE explica que eles apresentam saltos migratórios positivos e/ou têm taxas de fecundidade total mais elevadas.

Ainda de acordo com o instituto, o crescimento populacional é determinado pela combinação do perfil migratório, incluindo áreas de expulsão ou atração de pessoas, com taxas de fecundidade de uma unidade da federação. Os estados do Piauí e da Bahia apresentam quedas importantes de fecundidade nos últimos anos e, segundo o IBGE, perdem população para outros estados do país. Apesar de não registrar altas quedas de fecundidade, atualmente, a situação já foi diferente para o Rio Grande do Sul, que é também um estado "emissor". Na definição do IBGE, as três unidades da federação devem ser os primeiros a apresentar redução de população.

A taxa de fecundidade total no Brasil em 2018 chega a 1,77 filho por mulher. Quando o país alcançar o ano de 2060, o número médio de filhos por mulher poderá cair para 1,66. Os estados de Roraima, com 1,95; e Pará,  Amapá,  Maranhão, Mato Grosso e  Mato Grosso do Sul, com 1,8, são os que deverão ter as maiores taxas de fecundidade. As menores taxas poderão ser do Distrito Federal com 1,5; e de Goiás, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com 1,55. A idade média de 27,2 anos em que as mulheres têm filhos em 2018, aumentará para 28,8 anos, em 2060.

Expectativa de vida

Com 79,7 anos, Santa Catarina, que, atualmente, tem a maior esperança de vida ao nascer para ambos os sexos, subirá para 84,5 anos em 2060. O Maranhão, com a menor expectativa de vida ao nascer (71,1 anos) em 2018, vai perder a posição para o Piauí, que, em 2060, terá taxa de 77 anos.

Eleitores

O IBGE informa que, em 2018, o Brasil tem 160,9 milhões potenciais eleitores, ou seja, pessoas com 16 anos ou mais. Em comparação com 2016 houve uma elevação de 2,5%, quando havia 156,9 milhões nesta faixa de idade.

(com Agência Brasil)

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