
De acordo com o levantamento da secretaria, mais de 400 mil pequenos negócios mineiros, entre microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte, podem registrar aumento nas vendas e na oferta de serviços durante os dias de festa.
Em Belo Horizonte, são esperados mais de 6 milhões de foliões, com impacto econômico estimado em mais de R$ 1 bilhão, conforme dados da Belotur. O cenário representa oportunidade para 76.230 pequenos negócios ligados a setores como bares e restaurantes, vestuário e calçados, hotelaria, transporte, entretenimento, cultura e turismo. Desse total, 59,23% são MEIs.
Além de ampliar o fluxo de consumidores, o Carnaval também favorece empreendimentos ligados à economia criativa, como blocos de rua, marcas autorais e iniciativas voltadas à produção cultural e ao turismo.
“O Carnaval em Minas Gerais une cultura, identidade e empreendedorismo, transformando a festa em oportunidade de renda e fortalecimento da economia local. Ao se preparar com antecedência, fazer um planejamento financeiro e qualificar o atendimento, as micro e pequenas empresas conseguem transformar esse período em oportunidade de crescimento. O Sebrae Minas se torna um parceiro importante para que esses empreendedores se organizem, inovem e aproveitem todo o potencial econômico dessa grande festa popular”, destaca o presidente do conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva.
Um levantamento do Núcleo de Estudos Econômicos e de Inteligência & Pesquisa da Fecomércio-MG indica que 65,8% dos empresários do comércio varejista avaliam o impacto do Carnaval como positivo para os negócios. Entre os principais fatores citados estão o aumento do movimento nos estabelecimentos, apontado por 47,6% dos entrevistados, e a maior circulação de turistas e moradores, mencionada por 45,4%.