
O lançamento ocorreu na Faculdade Universo, no bairro Nova Floresta, marcando o início das atividades com uma vivência prática da modalidade voltada a crianças da comunidade e estudantes da região. As inscrições seguem abertas até 10 de março e devem ser feitas presencialmente na instituição (Rua Paru, 762), mediante apresentação de documento de identificação e comprovante escolar do participante, acompanhado de um responsável. As aulas regulares ocorrerão no contraturno escolar e atenderão inicialmente até 60 crianças.
A iniciativa integra a estratégia da Zurich de apoiar modalidades esportivas acessíveis e alinhadas a valores como diversidade, qualidade de vida e impacto positivo. O projeto prevê beneficiar mais de 180 crianças em três cidades brasileiras — Belo Horizonte, Campinas e Porto Alegre — com polos voltados prioritariamente a alunos da rede pública.
O programa está conectado ao patrocínio da Zurich à CBFA, anunciado no ano passado como parte da entrada da companhia no universo do flag football no Brasil. Derivada do futebol americano, a modalidade tem contato físico reduzido, não exige equipamentos complexos e cresce rapidamente entre jovens no país e no mundo. A expectativa é de que ganhe ainda mais visibilidade com sua estreia como esporte olímpico nos Jogos de Los Angeles, em 2028.
“Para nós, investir no flag football é investir em um futuro mais inclusivo e promissor. A modalidade tem tudo a ver com os pilares da Zurich, pois é diversa, democrática e acessível. O esporte é uma plataforma potente de transformação social”, afirma Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes da Zurich Seguros.
Segundo Cris Kajiwara, presidente da CBFA, o projeto atende a um objetivo histórico da entidade. “Agora, com o apoio dos nossos patrocinadores, isso se torna muito mais possível e acessível. O Flag Football está crescendo cada vez mais e será maravilhoso levar também essa oportunidade para crianças em vulnerabilidade social”, afirma.
Por meio do patrocínio à CBFA, a Zurich apoia o fortalecimento das seleções brasileiras masculina e feminina, o desenvolvimento dos campeonatos nacionais e a expansão de projetos sociais ligados ao esporte. A inauguração em Belo Horizonte reforça a atuação da companhia em iniciativas que utilizam o esporte como instrumento de desenvolvimento humano e social, especialmente em comunidades com menor acesso a oportunidades.
“Quando olhamos para o flag football, vemos muito mais do que um esporte. É uma modalidade moderna, inclusiva e alinhada ao DNA da Zurich, que acredita em uma visão otimista de futuro e no potencial das novas gerações”, complementa Lucía.
Esporte como plataforma de impacto social
A atuação da Zurich no esporte no Brasil inclui apoio a diferentes modalidades e projetos com foco em impacto social. A companhia é patrocinadora do Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul, e apoia iniciativas que utilizam o esporte como ferramenta de inclusão e desenvolvimento, como o Instituto Próxima Geração, que atua em Belo Horizonte com aulas de tênis para crianças e adolescentes da rede pública. O projeto já alcançou 100 participantes e deve ampliar o atendimento para 130 crianças em 2026.
“Nosso papel vai além de apoiar projetos. Queremos estar presentes nos territórios, contribuir para o desenvolvimento das comunidades e usar o esporte como um meio real de ampliar horizontes e gerar oportunidades para crianças e jovens. É assim que a Zurich transforma propósito em ação”, conclui Lucía Sarraceno.
Projeto social Primeira para o Sonho. Inscrições até 10 de março, na Faculdade Universo (Rua Paru, 762, Nova Floresta). Público-alvo: crianças e adolescentes de 10 a 16 anos, com prioridade para alunos da rede pública.