
A história de Yamal é única, mas aponta que, sim, o esporte é capaz de possibilitar mudanças na trajetória de crianças e jovens: promove a inclusão, aumenta a autoestima e cria noções de pertencimento e cidadania.
E esses predicados puderam ser evidenciados, no início de julho, durante um evento com crianças atendidas por projetos sociais. Alunos da Oficina de Futsal da Casa de Apoio, de Contagem, e do Ame Sports Social, de Sabará, 45 garotos e garotas tiveram a oportunidade de conhecer os bastidores da Arena MRV.
Em uma ação promovida pela Fundação ArcelorMittal, os pequenos descobriram curiosidades sobre a construção do espaço — como o fato de ter sido feito com 10 mil toneladas de aço sustentável —, e completaram todo o circuito que um atleta profissional percorre no estádio.
Passaram pelos corredores internos, vestiários, saíram pela zona mista e puderam contemplar a grandeza das arquibancadas sob a perspectiva do gramado. Não só. Todos chutaram a gol e balançaram as redes, com direito à comemoração entusiasmada dos colegas.
“Se um dia o sonho foi a construção de uma arena, hoje é esse espaço proporcionando uma experiência única a essas crianças de projetos sociais que nós apoiamos pela Fundação ArcelorMittal, uma instituição com um forte trabalho de transformação por meio do esporte”, afirma Juliana Machado, gerente-geral de Marca, Comunicação Corporativa e Relações Institucionais da ArcelorMittal.
João Gabriel, professor do Ame Sports Social, destaca a importância da vivência. "Está sendo uma experiência incrível ver o brilho nos olhos dessas crianças. Passar pelos mesmos caminhos que os jogadores profissionais passam e ter a chance de bater um pênalti é algo único para eles”, diz o profissional, que acompanhou 22 jovens ao estádio.
O fato de o gramado ser sintético não fez a menor diferença para os pequenos. Muitos com os pés descalços para ter melhor a sensação de pisar no campo, eles celebraram a oportunidade. A maioria nunca havia visitado a Arena MRV, nem em dias de jogos. As meninas ainda tiveram a oportunidade de vibrar de perto com o time feminino do Galo, que treinava no local.
“Nós, da ArcelorMittal, queremos mostrar para esse público o que o aço pode fazer pela sociedade e, especialmente, a importância de um aço responsável como o nosso. Não se trata apenas de gerar divisas e desenvolver economicamente o país, mas também de transformar a vida das pessoas por meio de uma proposta de negócio que seja sustentável e economicamente viável”, afirma Juliana Machado.
A Arena MRV, conta a executiva, é um exemplo deste propósito. A empresa forneceu cerca de 10 mil toneladas de aço fabricado a partir de sucata metálica para as fundações, estruturas de sustentação, da cobertura e dos pórticos das arquibancadas, esplanada, estacionamento e viadutos. Outros grandes estádios e arenas no país também contam com o aço sustentável da companhia.
Na contrapartida social, em Minas Gerais, a Fundação ArcelorMittal patrocinou 22 projetos em 13 modalidades esportivas ao longo de 2025, beneficiando 14 municípios. Cinco desses núcleos são de futebol de campo (Contagem, Dionísio, Sabará, São José do Goiabal e Senador Modestino Gonçalves), reunindo em torno de 450 alunos.
Pierre, 13 anos, uma das crianças presentes na ação na Arena MRV, sonha em ser jogador de futebol. E comemorou o dia. “Está sendo muito legal viver isso aqui hoje… Ainda mais que eu sou atleticano roxo, então, essa experiência é muito importante para mim. Futebol é a minha vida. Tomara que, daqui a alguns anos, eu esteja jogando aqui de verdade e dando muitas alegrias para a nossa torcida.”
Tomara, Pierre!