Dada a largada para a construção do centro administrativo da Prefeitura de Belo Horizonte

Só falta a sanção de Fernando Pimentel para oficializar a doação do terreno em frente à rodoviária da capital para a PBH

por Vinícius Andrade 11/07/2016 08:44

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Google Earth/Reprodução e Gustavo Penna Arquiteto e Associados/PBH/Divulgação
Com a doação do terreno em frente à rodoviária de Belo Horizonte para a prefeitura, está dada a largada para a construção do centro administrativo (detalhe), criado por Gustavo Penna (foto: Google Earth/Reprodução e Gustavo Penna Arquiteto e Associados/PBH/Divulgação)
Em apenas dois dias, os deputados da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG)aprovaram o projeto de lei que doa para a Prefeitura de Belo Horizonte parte do terreno onde hoje funciona a rodoviária, no centro da capital mineira. O texto precisa apenas da sanção do governador Fernando Pimentel para entrar em vigor. A PBH pretende fazer do local o seu centro administrativo, reunindo todas as secretarias e serviços do município no mesmo espaço – tal qual o governo de Minas fez com a Cidade Administrativa.

De acordo com o texto, caso não seja dada uma destinação ao imóvel no prazo de 10 anos, contados da lavratura da escritura de doação, ele será devolvido ao patrimônio do estado. Segundo o presidente interino da PBH Ativos, Júlio Onofre, até o fim deste ano será concluído o estudo de viabilidade econômica do projeto de criação do centro administrativo. A decisão de construir a nova estrutura caberá ao novo prefeito, já que no fim do ano acontecem as eleições municipais.

O projeto arquitetônico do novo centro administrativo será desenvolvido pelo escritório do arquiteto Gustavo Penna, que venceu o concurso promovido pela PBH. O executivo municipal ainda busca uma parceria público-privada para a construção e para o serviço de manutenção do prédio. Segundo Júlio Onofre, seria uma concessão de 20 a 30 anos.

A estrutura deverá ser construída junto ao prédio da rodoviária, no local onde hoje se encontra o estacionamento, e deve chegar a 18 m de altura . Caso o novo prefeito da cidade deseje seguir adiante com o projeto, as obras já poderiam começar no início do próximo ano, de acordo com o presidente interino da PBH Ativos.

Votação "relâmpago"

O Projeto de Lei 2.191, de 2015, chamou a atenção pela rapidez na tramitação. Na terça, dia 5 de julho, a proposição recebeu parecer favorável das Comissões de Constituição e Justiça e de Fiscalização Financeira e Orçamentária da ALMG. No dia seguinte, 6 de julho, o projeto foi aprovado em primeiro turno e, na quinta, dia 7 de julho, entrou em votação, em segundo turno, e os deputados foram favoráveis ao texto.

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