STF vai investigar denúncia de assédio e tentativa de estupro contra Marco Feliciano

Deputado foi acusado pela estudante Patrícia Lélis, que também está sendo investigada pela polícia de São Paulo

por Encontro Digital 16/09/2016 10:42

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

Preencha todos os campos.
Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/Divulgação e Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/Divulgação
O deputado federal Marco Feliciano é acusado pela estudante de jornalismo Patrícia Lélis, que é da juventude do PSC, de assédio sexual e tentativa de estupro (foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/Divulgação e Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/Divulgação)
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu que vai investigar a queixa apresentada pela estudante de jornalismo Patrícia Lélis contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP).

Em decisão tomada na terça, dia 13 de setembro, o ministro atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e determinou abertura de inquérito para apurar o caso.

Em depoimento na Polícia Civil do Distrito Federal, no mês passado, Patrícia acusou o parlamentar de tentativa de estupro. O caso foi remetido ao Supremo pelo fato de o deputado ter foro privilegiado.

Patrícia é da juventude do PSC, partido de Feliciano.

A estudante contou que foi chamada por Feliciano para ir ao apartamento funcional dele, em Brasília, no dia 15 de junho, para participar de uma reunião sobre a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigaria a União Nacional dos Estudantes (UNE).

Segundo Patrícia, ao chegar à casa do deputado, ela descobriu que ele estava sozinho e que não havia reunião. Feliciano, então, tentou estuprá-la, disse a estudante. Patrícia disse que gritou e que uma vizinha do deputado bateu à porta para saber o que estava acontecendo, o que colaborou para que o estupro não se concretizasse.

Na Polícia Civil de São Paulo, Patrícia Lélis foi indiciada por denunciação caluniosa e extorsão por acusar Talma Bauer, assessor do deputado, de cárcere privado e sequestro.

Em um vídeo postado em sua página na internet logo após a denúncia, Feliciano negou as acusações e disse que, com o tempo, ficará provado que não passam de "engodo" e "mentira".

(com Agência Brasil)

Últimas notícias

Comentários