Conhece a casa dos répteis do zoológico de Belo Horizonte?

São 160 m² de área que comporta 258 animais de 26 espécies, nativas e exóticas

por Encontro Digital 24/08/2017 13:48

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A casa dos répteis do zoológico de Belo Horizonte ocupa uma área de 160 m², dividida em 21 recintos, com 26 espécies de animais nativos e exóticos (foto: Flickr/PBH/Suziane Fonseca/Reprodução)
Inaugurada em 1996, a casa de répteis do jardim zoológico da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte (FZB-BH) abriga uma grande variedade de animais, como serpentes (peçonhentas e não peçonhentas), quelônios (tigres d'água, aperemas, muçuãs e cágados) e lagartos, e funciona como um ótimo local para se conhecer mais sobre as características e hábitos dessas espécies.

A casa ocupa uma área de 160 m² e tem 21 recintos, dos quais 15 estão localizados na estrutura principal e outros seis, construídos no entorno. Os anexos foram planejados para abrigar uma iguana, os quelônios e os grandes répteis: monitor-do-nilo, píton-reticulada, sucuri-amarela e píton-albina. Além disso, a seção de répteis e anfíbios da FZB-BH conta com outros quatro recintos localizados próximo ao borboletário onde estão em exposição cágados de barbicha, jacarés-de-papo-amarelo, jabutis, tartaruga-da-amazônia, tigres d'água e tracajás.

Atualmente, o acervo de répteis do zoológico de BH conta com 258 indivíduos de 26 espécies, sendo 155 deles nativos e outros 103 exóticos.
Flickr/PBH/Suziane Fonseca/Reprodução
(foto: Flickr/PBH/Suziane Fonseca/Reprodução)

Segundo o biólogo Humberto Mello, responsável pelo serviço de Educação Ambiental da FZB-BH, a casa de répteis vem se tornando referência para aqueles que buscam conhecer um pouco mais sobre esses animais – o local recebe muitas visitas de escolas e de estudantes universitários. "As pessoas são movidas por interesses que variam de uma simples curiosidade à busca de conhecimento científico. O cuidado com os animais, as adaptações e estratégias de sobrevivência, a desmitificação de conceitos, associados ao modo de apresentação para o público, são elementos fundamentais no trabalho educativo, que busca o respeito pela fauna e a conservação ambiental", comenta o biólogo.
Flickr/PBH/Suziane Fonseca/Reprodução
(foto: Flickr/PBH/Suziane Fonseca/Reprodução)

Humberto lembra que é inegável a repulsa e medo que algumas pessoas têm especialmente das serpentes. Isso, segundo ele, se deve a conceitos culturais e religiosos que são formados desde muito cedo e promovem, muitas vezes, ações de violência contra esses animais. Em contraposição, a busca pelo conhecimento faz com que os répteis estejam entre os mais procurados no zoo. "Entre os répteis, as serpentes, principalmente as de grande porte e as peçonhentas, são as que mais chamam a atenção. A cultura popular acerca destas últimas é riquíssima e muito se tem que trabalhar para desconstruir toda imagem negativa imposta a elas", diz o especialista.

(com assessoria de imprensa da FZB-BH)

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