Conversamos com Sérgio Rodrigues, candidato à presidência do Cruzeiro

O clube mineiro vai eleger o novo gestor no dia 2 de outubro. Confira as propostas do candidato da oposição

por Rafael Campos 20/09/2017 12:59

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Pádua Carvalho/Encontro
O candidato da oposição à presidência do Cruzeiro, advogado Sérgio Santos Rodrigues: "É melhor investir no time do que construir um estádio próprio" (foto: Pádua Carvalho/Encontro)
No próximo dia 2 de outubro, o conselho deliberativo do Cruzeiro vai escolher quem será o novo comandante do clube pelos próximos quatro anos. Dois candidatos estão na disputa: o empresário Wagner Pires de Sá, candidato da situação do atual presidente Gilvan de Pinho Tavares; e o advogado Sérgio Santos Rodrigues, que representa a oposição.

O "oposicionista" Sérgio Rodrigues tem 35 anos e entrou para a vida administrativa do Cruzeiro em 2009, trazido pelo então presidente Zezé Perrella. Ele acumulou duas funções até o início de 2015: como superintenende de gestão e estratégia; e assessor jurídico da presidência. Em seguida, tornou-se superintendente de negócios internacionais, já na gestão Gilvan. Mais tarde, chegou a ser superintendente de futebol – função que ocupou até março deste ano.

Insatisfeito com algumas posturas do atual mandatário, entre elas a de não apoiar Zezé Perrella no próximo pleito, Sérgio achou melhor se desligar da administração. Este ano, o senador mineiro desistiu da candidatura à presidência do Cruzeiro e lançou o advogado. "Já vislumbrava a presidência do clube, só não achei que poderia chegar tão rápido", diz Sérgio Rodrigues em entrevista para TV Encontro.

O jovem advogado vem usando as redes sociais para conversar com os torcedores e revelar seus projetos para o clube. Ele reconhece que são muitos os desafios da possível gestão. Entre suas propostas estão a criação do portal da transparência, o fortalecimento das categorias de base e a quitação das dívidas. "Hoje, vejo a situação como uma doença financeira e não saúde", diz Sérgio.

Sobre o rival Atlético, que acabou de aprovar a construção de uma arena própria, o candidato diz que não vê necessidade do Cruzeiro ter um estádio próprio. "É melhor investir no time do que construir um estádio próprio", comenta o advogado.

Confira, abaixo, os principais pontos da entrevista que o candidato concedeu à TV Encontro:

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