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Estado de Minas ECONOMIA

Mercado volta a reduzir meta de inflação para 2018

A queda foi pequena e passou de 3,54 para 3,53%


postado em 09/04/2018 11:58 / atualizado em 09/04/2018 12:06

Mais uma vez o mercado financeiro reduziu a estimativa para a inflação oficial deste ano no Brasil. Nesta segunda, dia 9 de abril, foi divulgada que a projeção do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi levemente reduzida de 3,54% para 3,53%. É a décima semana seguida que o boletim Focus, do Banco Central (BC), traz uma previsão mais baixa do indicador econômico.

A projeção segue abaixo do centro da meta de 4,5%, mas acima do limite inferior de 3%. Para 2019, a estimativa para a inflação foi ajustada de 4,08% para 4,09%, abaixo do centro da meta (4,25%).

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. Quando o Comitê de Política Econômica (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

De acordo com a previsão das instituições financeiras, a Selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, encerrando o período em 8% ao ano.

A estimativa para o crescimento este ano do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu pela segunda vez seguida, ao passar de 2,84% para 2,80%. Para 2019, a projeção é mantida em 3%.

(com Agência Brasil)

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