Ex-médico de Michael Jackson diz que músico foi 'castrado' pelo pai

Joe Jackson teria dado hormônios para manter a voz aguda do filho

por Correio Braziliense 12/07/2018 14:50

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60 Minutes/ABC/Reprodução
O médico americano Conrad Murray, que trabalhou com Michael Jackson, acusa o pai do célebre cantor de tê-lo 'castrado' quimicamente para manter a voz aguda (foto: 60 Minutes/ABC/Reprodução)
Lembra do médico americano Conrad Murray, que trabalhava com o cantor Michael Jackson, e que foi acusado da morte do músico em 2009? Pois é, ele reapareceu e está acusando o pai do rei do pop, Joe Jackson, que faleceu recentemente, de ter castrado quimicamente o filho para manter a voz aguda do vocalista da banda Jackson 5.

De acordo com um vídeo publicado pelo site americano The Blast, Murray acusa Joe de ser um dos piores pais pai da história. "A crueldade expressa por Michael que ele experimentou nas mãos de seu pai... O fato de que ele foi castrado quimicamente para manter sua voz estridente está além das palavras", revela o médico no vídeo.

Joe Jackson morreu no dia 27 de junho deste ano aos 89 anos, após sofrer com câncer de pâncreas. "Eu espero que ele encontre redenção no inferno", comenta Conrad Murray.

Essa não é a primeira vez que o médico se pronuncia sobre as crueldades do patriarca da família Jackson. No livro intitulado This is It! The Secret Lives of Dr. Conrad Murray and Michael Jackson, o profissional acusa Joe de forçar o pequeno Michael a tomar hormônios para curar as acnes e previnir que a voz do ídolo não mudasse quando o futuro "rei do pop" ainda tinha 12 anos.

Joe morreu nove anos após o falecimento de Michael Jackson. À época da morte do pai, a família Jackson se pronunciou sobre o falecimento. "Nós queremos agradecer a todos pelo suporte para enfrentar a perda do patriarca da família. Nós lamentamos a morte do nosso pai e celebramos a vida de um homem que sacrificou tanto para nos dar a vida e o sucesso que temos hoje. Obrigada pelo respeito à nossa privacidade durante esse tempo", diz a família Jackson em comunicado divulgado pela revista americana People.

Vale lembrar que Conrad Murray foi acusado de manipular de forma errônea os remédios dados para Michael e foi condenado a quatro anos de prisão. Em outubro de 2013, a pena do médico foi reduzida para dois anos por boa conduta.

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