Saiba qual é a árvore com flor mais comum em Belo Horizonte

Ipê, quaresmeira ou sibipiruna? Confira a resposta!

por Encontro Digital 04/07/2018 15:48

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

Preencha todos os campos.
Flickr/PBH/Adão de Souza/Reprodução
Segundo levantamento que está sendo feito pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), a sibipiruna é a árvore florífera mais comum das ruas e avenidas da cidade (foto: Flickr/PBH/Adão de Souza/Reprodução)
Por vivermos numa região tropical, em qualquer época do ano é possível encontrar árvores floridas na capital mineira. A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) está realizando um inventário das árvores da cidade, por meio da secretaria municipal de Meio Ambiente, e já identificou a existência de 566 espécies diferentes de árvores floríferas, entre 300 mil já recenseadas. São 308 espécies com floração expressiva e 141 que produzem frutos que podem ser consumidos pela fauna urbana e pela população.

Um dos responsáveis por esse levantamento, o arquiteto Júlio De Marco, conta que a sibipiruna é, neste momento, a árvore florífera mais comum na cidade, com 18.946 unidades catalogadas. "Essa é uma árvore nativa brasileira, de grande porte e usada na arborização da maioria das grandes cidades brasileiras. Em Belo Horizonte é muito comum em todas as regiões", comenta o arquiteto.

As árvores floríferas mais comuns, em número de exemplares, são:

  • Sibipiruna: 18.946
  • Murta: 18.585
  • Quaresmeira: 10.502
  • Ipê rosa: 9.665
  • Resedá: 6.321
  • Pata de vaca: 6.263
  • Ipê tabaco: 6.034
  • Magnólia: 5.599
  • Escumilha africana: 5.388
  • Ipê amarelo: 2.807
Flickr/PBH/Adão de Souza/Reprodução
(foto: Flickr/PBH/Adão de Souza/Reprodução)

A floração das árvores chama a atenção de quem passa pelas ruas da capital. Além da beleza das cores, como a exuberância dos ipês, que florescem no período de seca, a murta, segunda espécie de árvore florífera mais encontrada em BH, também chama a atenção pelo cheiro característico que exala. Curiosamente, esta espécie não é brasileira, mas, de acordo com Júlio De Marco, se adaptou muito bem ao Brasil. "Ela é um arbusto, uma árvore pequena, fácil de ser conservada e de floração variada e, por isso, é muito apreciada pelos proprietários de imóveis", afirma o servidor da PBH.

Outra espécie bem conhecida da população é a quaresmeira, a terceira árvore mais comum presente nas ruas e avenidas da capital.

(com assessoria de comunicação da PBH)

Últimas notícias

Comentários