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Estado de Minas CURIOSIDADE

Conheça os parques abandonados e 'escondidos' pela Disney

Fotógrafo 'invade' e divulga imagens desses dois parques, que foram deixados de lado pela gigante do entretenimento


postado em 25/03/2016 12:26 / atualizado em 25/03/2016 12:33

Quando se trata dos parques criados pelo empresário americano Walter Elias Disney, logo se pensa na Disneylândia, que fica em Anaheim, na Califórnia, e foi inaugurada em 1955, e, claro, na Walt Disney World, um megacomplexo de entretenimento na cidade de Orlando, na Flórida. Porém, pouca gente sabe que a empresa por trás do personagem Mickey Mouse e de clássicos do cinema possui dois parques abandonados nos Estados Unidos, e que não permite que sejam divulgados.

Ao lado do famoso Magic Kingdom, na Flórida, existe um terreno abandonado, que, um dia, já foi chamado de Discovery Island. Ele funcionou de 1974 a 1999 e seu grande atrativo era a reserva natural preservada que podia ser contemplada pelos milhares de visitantes. Um pouco mais distante dele, a Disney reservava ao público outro parque, desta vez, aquático, chamado River Country. Ele também está totalmente abandonado e teve seu auge entre os anos de 1976 e 2001.

Agora, graças ao trabalho do fotógrafo Seph Lawless (pseudônimo), que mora no estado de Ohio (EUA), essas duas localidades, que foram retiradas do quadro de atrações da gigante americana do entretenimento, vieram a público. O artista já é bem conhecido na internet por fotografar lugares abandonados em todo o mundo, incluindo parques e instalações onsideradas assombradas. SUas imagens são divulgadas nas redes sociais e em seu site pessoal.

Em entrevista à rede de televisão britânica BBC, Seph Lawless conta que decidiu se "aventurar" pelo Discovery Island e pelo River Country, para "abrir os olhos" da Disney, ou seja, para que ela deixasse esses locais limpos e novamente acessíveis. "Acho que a Disney pode fazer algo. Não sei por que os parques ficaram fechados há tanto tempo. Talvez eles fiquem tão escondidos que não se toca no assunto", diz o fotógrafo. Ele lembra que essas terras também podem ser aproveitadas pela especulação imobiliária.

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